FREGUESIA DE MÓS - ANTIGA VILA MEDIEVAL - [NO INTERIOR TRANSMONTANO - VISITE]

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Mós -  Antiga Vila Medieval

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II Maratona de Futsal - Carviçais - 23 de Abril de 2011


Informações:-Consulte CA Carviçais

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Rota da Cigadonha - Passeio BTT - 17 Abril 2011



Informações:- Consulte CA Carviçais

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Era altura, mas

Pelas sete da manhã já o sol bate de frente mas não ofusca o condutor com rumo a nascente.
Passando em Carviçais, cruzamento de Freixo, Fornos, Lagoaça, quase Castelo Branco de Mogadouro, Meirinhos e, passando uma ponte nova e curva sobre o Sabor, rondando o Sardão, Parada, enfim, o vale do Sabor num entre-trecho.
Renasce-se por raízes, neste caso de prunus, malus, pyrus, corylus avellana, está-se a ver que são árvores, bem comuns, fruteiras que envolvem designadamente pêra e maçã.
As videiras, de uva de mesa, dão pelo nome de sulima, muscat Hambourg, cardinal e D. Maria.
São plantas acomodadas com sol e fresco.
Falta montar a rega gota-a-gota, que lhes vai dar alma mais visível em termos de crescimento e resistência perante a previsível estiagem (ao menos nos seus primeiros anos, naquele sítio plantadas, precisam de amparo reforçado, e a terra é boa porque impura e naturalmente misturada com roço, pedra mole que contribui para conservar a frescura de verão).
Para se colocarem plantas na terra têm que sair outras, são postas à margem, de algum modo derrubadas (daqui para fora, vá), entre elas rizomas de açucenas ou lírios (agora totalmente ao léu). Levanta-se uma pedra e os bichinhos que nela se abrigam ficam em pânico. Se vier o melro, ali por perto, agradece.
Derrubam-se mastodontes centenários num misto de necessidade pragmática e uma certa pena, ingredientes do avançar do mundo em nós sem que entretanto nos arrase a fazenda, pela incúria a natureza prega partidas maiores.
Podemos escolher entre a facilitação da vida ao pássaro ou a natureza como está, aparentemente quieta.
Nestes propósitos de querer ver, conclui-se que progresso transporta, desde logo, também, anti-progresso ou destruição e não há como sair disso, é a vida a dar sinal que numa primeira análise sempre confunde e angustia.
Custa aprofundar mas mais custa ficar pela superfície. Tudo, em diversa escala e em certo sentido, é cerceado por dor que todavia passa em face de «paisagens» em renovação, começando sempre por ser revelada mais a debilidade que a pujança (até no enlevo convencional isso se dá, vistas as coisas como elas são).

Há sempre, todavia, lugar a um permanecer e a fraturante cisma (em duplo e amplo sentido).

Pelo sim pelo não, e admitindo que toda a religiosidade conserva ainda traços indeléveis de ideologia pagã, podemos tirar do terreno do novo plantio algumas das açucenas que foram arrasadas pelo trator e trazê-las para o quintal,

mas,

hélas, temos de escolher,

e mandam os bons costumes,

em plantas,

que se abandone sempre

alguma coisa, ou a bíblica

erva daninha ou

os rebentos mais

enfezados.

(faz todo o serviço que houver na plausível acomodação das coisas e não penses mais nisso).

Vamos acender o lume, que a esta hora e nesta altura do ano, aqui, ainda se agradece (cuidado com as «cabras»).

Para nós, casualmente, pode ser, de certo modo, hoje, o dia do pai e também o dia da mãe, já para não falar numa fada madrinha que sempre há-de salvar pequenos mundos na sua por muitos olvidada grandeza.

As flores bordejando os caminhos são em maio, todavia já estão lá, a gente é que ainda as não vislumbra (tirando as clássicas amendoeiras, que fazem o gáudio da industriosa restauração e contribuem, indirectamente, para deteriorar a relação preço-qualidade de serviço dada a costumeira enchente de autocarros à porta das pensões e dos restaurantes).

À primavera só cabe dar mostras, por aqui das valentes. Haja saúde.

Carlos Sambade

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Rio Sabor - Recordar - Rio Selvagem

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Recordar Linha do Sabor - Pocinho - Duas Igrejas

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Montarias - Mós - 2011









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Montaria 13 de Fevereiro de 2011




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Museu do Ferro 26 de Fevereiro 15:30H - Escultura em Ferro


Mais Informações Consulte:-PARM

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Amendoeiras em Flor 2011 - Festividades Concelho de Torre de Moncorvo

Durante o mês de Fevereiro e Março de 2011 a vila de Torre de Moncorvo está em festa, comemora-se a chegada das Amendoeiras em Flor e de muitos visitantes para admirar as belíssimas paisagens.


Este ano as festividades desenrolam-se de 19 de Fevereiro a 6 de Março e do cartaz turístico preparado pelo Município destaca-se a XXV Feira de Artesanato, VIII Feira dos Produtos da Terra, A Exposição “Escultura em Ferro”, o Passeio TT – Amendoeiras em Flor e a animação musical.


No dia 19 de Fevereiro pelas 12h é inaugurada a XXV Feira de Artesanato de Torre de Moncorvo que vai decorrer até às 18h do dia 27 de Fevereiro, no Pavilhão Municipal. A VIII Feira dos Produtos da Terra e Stocks realiza-se de 3 a 5 de Março, também no Pavilhão Municipal.


Como forma de mostrar também o que de melhor se faz no concelho, a nível musical, este ano a organização apostou nos grupos da região para animarem as festividades: Banda Filarmónica de Carviçais, Duff, Bruno Cordeiro, David Caetano, Banda Filarmónica de Felgar, Myula e José Alberto.
Inserida na Rota Turística das Amendoeiras em Flor a vila Torre de Moncorvo é uma das localidades que mais importância dá a estas festividades, dando continuidade a uma já secular tradição da nossa região.



Informação:- Região de Turismo de Torre de Moncorvo

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Raid TT - Amendoeiras em Flor - Torre de Moncorvo 5 de Março 2011


Informações/Inscrições:- Clicar

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Timidez

Num tímido regresso, aproveito para pedir humildes desculpas pela minha ausência, forçada por motivos exteriores. Desse vácuo de tempo surgiram férteis decisões, como a de jamais tentar compreender a política regional, onde os verdadeiros interesses da plebe, vulgo povo, são constantemente relegados.
Adiante nos pensamentos, regresso, mas na condição de não voltar a servir de peão num sistema que me repugna, aliás a política por si só não me desperta interesse. Interessam-me sim os Moseiros, interessa-me a divulgação e promoção de Mós.
Sou como sou, eterno apaixonado pela aldeia que me viu crescer, aquele amor incondicional, eterno e imortal. Independente de partidos e politiquices, sentimentos estúpidos que apenas nos diminuem.
Espero que daqui em diante, os Moseiros se unam num objectivo comum, a união e fraternidade. Somos o que somos, Moseiros, nada mais, não somos de esquerda nem de direita, não envergamos cores nem ideais, mas sim o nominativo comum "MÓS".
Somos o que somos,
Moseiros.

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Mós - Vila Antiga Medieval - Torre de Moncorvo

MONTARIA - 13 DE FEVEREIRO DE 2011

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Azeitona



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31 de Dezembro de 2010

Logo à noite entra o Ano Novo de 2011. Toca a virar, pois, trajando de novo nem que seja no bom uso de nova navalha de Palaçoulo ou Opinel das antigas, para desbulhar um pau ou ajudar a lascar algum petisco que caia bem para largas horas de lume por perto.
Estamos na Europa, entra(nha)dos em 1986, recebendo rios de dinheiro de fundos de ajuda ao desenvolvimento parte dos quais visivelmente aplicados no bem comum e outras partes obnubiladas em por assim dizer seguros se não de vida pelo menos relativamente valiosos a favor de quem ousou e alcançou nos tempos de vacas gordas.
Um jornal de Lisboa dá champanhe já sem rolha com arame mas do bom, uma jornalista, também escrevendo de Lisboa num outro diário de lá, casca na geração de sessenta atribuindo a essa gente a chegar à aposentação as maiores culpas do estado a que o país chegou, sendo certo que ela quer apenas responsabilizar quem teve poder de mando e não todos. Não vai ao ponto de exigir julgamentos, talvez pensando que então também teria de incluir os opinion makers que as mais das vezes, vistas as coisas, não souberam prever absolutamente nada do que ia acontecer com as vacas gordas hoje impróprias não apenas para consumo mas até para estimação mumificada.
Enquanto o calendário não perdoa há quem vá para a cama, hoje, de outra maneira, ora com vontade de dormir e esquecer ora com vontade de levantar-se para de novo, sabe-se lá, sabe-se lá.

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Postal de Natal

O que nesta Quadra sobressai é não tanto a boa vontade de construir mas antes o como que arrumar a casa que sempre transportamos as mais das vezes às costas e frequentemente sem disso querermos saber.
Começa a operação Natal nas estradas e a pena dos que vão ainda perder a vida até lá potencia-se, não tanto por não irem durar ao menos mais um ano, cumprir o passo a passo, mas por que – como sucedeu com um dirigente e comentador desportivo – já não integram a ceia do bacalhau cozido sem todos. Fica a muda memória dos ancestrais enquanto o quisermos.
Dando uma volta por aí, mesmo sem se sair de casa ou do quintal, facilmente salta aos olhos de ver, ouvir e contar que as crianças somos todos os que agarram a prenda mesmo sem a desejarem, isto é, fica a gente disponível para receber, numa primeira camada, completando-se o processo no dar sem ter de fazer muitas contas. Isso é que era bom, dirão alguns. Pois bem, seria, será. O tempo é de crise mas é precisamente aí que se pode afinar a capacidade de resistir, principalmente quem esteja mergulhado na azáfama sempre superficial das cidades em que cada um vale o que vale. Nas vilas já é um pouco diferente, ainda que em muitas delas se imite mais o citadino que se projecte o cidadão desde logo por uma questão de escala sempre aí presente e bambeando tartamuda.
É na aldeia que tudo se resume a memória hoje facilitada pelo concentrar progressivo de tempo sob as ombreiras e sobre os ombros deixando a marca de água que ainda faz de nós gente menos estranha do que outra qualquer.
No universo de matriz cristã comemoram-se com mais propriedade o dia e a noite olhando o crepitar à volta do presépio de reminiscências medievais, a não ser que venham os fluidos fabricados e devidamente adereçados em redor dos códigos de barras que pululam sem cessar e dão o índice de qualidade da civilização dos nossos dias e também um reverso de medalha que reluz sem necessariamente indiciar oiro na árvore de natal.
Bom Natal e Bom Ano Novo se desejará sempre a quem passe ou fique, não apenas por uma questão de educação mas por que nascemos neste meio e nele permanecemos mesmo sem nisso se pensar. Que pensar bem não é fácil, exige treino e disciplina mental como condições basilares, a par de um ir andando sem se saber muito bem o que o futuro nos reserva, evidentemente. É a nossa condição de humanos à face da Terra, olhando os Céus no alto, em baixo e dos lados.

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Torre de Moncorvo - [Mais Perto]


O primeiro lanço do Itinerário Principal 2 (IP2) entre Celorico da Beira e Chafariz do Vento, Trancoso, num total de 29 quilómetros, abre ao trânsito na segunda-feira, dia 20, disse hoje (18) à Lusa o governador civil da Guarda.
Segundo o representante do Governo no distrito da Guarda, Santinho Pacheco, estava prevista a presença do primeiro-ministro José Sócrates, mas devido a um acidente com um trator agrícola, ocorrido ontem (18) em Cótimos, Trancoso, que vitimou duas mulheres, a cerimónia ficou sem efeito.
“Face ao lamentável acidente, de que resultaram duas vítimas mortais e cujos funerais deverão ocorrer precisamente nesse dia, por respeito com a comunidade municipal de Trancoso, nesta hora de luto, a cerimónia oficial de inauguração daquela via fica adiada para data a anunciar oportunamente”, indicou o responsável.
Santinho Pacheco disse que “o Governo decidiu manter a abertura da autoestrada para Trancoso mas a inauguração oficial será feita em data oportuna, com a presença do senhor primeiro-ministro ou do ministro das Obras Públicas”.
O troço do IP2, em perfil de autoestrada, entre a autoestrada A25 na zona de Celorico da Beira e o concelho de Trancoso é considerada uma via “extremamente importante para todo o Norte do distrito da Guarda, tal como o IP2 em todo o seu conjunto, referiu.
“É um momento muito importante para todo o Norte do distrito da Guarda” e “para a ligação da Guarda para o Norte, fazendo com que a Guarda se assuma cada vez mais como uma grande centralidade no centro interior de Portugal”, declarou o governador civil.
O lanço do IP2 entre Celorico da Beira e Trancoso está integrado na concessão rodoviária do Douro Interior, que representa um investimento global de 862 milhões de euros.
A obra também inclui a conceção, construção e exploração dos lanços do IP2 entre Trancoso e Valebenfeito (Bragança) e do IC (Itinerário Complementar) 5 entre Pópulo (IP4) e Miranda do Douro.

Notícia:-Diário das Beiras

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Paisagens maravilhosas...que o digam os BTTistas que lá estiveram em Agosto

Já algumas vezes havia comentado com familiares e amigos que tinha o sonho de efectuar um passeio de BTT nos Vales e Montes da maravilhosa paisagem de Mós. Nós os amantes do BTT temos uma coisa em comum, todos Amamos, Admiramos e Respeitamos a Natureza.

Pois bem, este ano desafiei dois casais amigos que nunca haviam estado em Trás-os-Montes, eles também são praticantes de BTT, o Vasco e o Victor. As suas esposas e filhas, a Gertrudes e a Joana, a Inácia e a Patricia também alinharam na aventura, mais a minha esposa e filha, a Cristina e a Rita.


Compramos propositadamente as barras de tejadilho e os suportes para transportarmos as Biclas, planeamos o fim de semana da festa e lá fomos.


O meu cunhado Carlos disponibilizou-se de imediato a dar-nos o apoio necessário, transportando as mulheres e o "farnel", para o merecido lanche.



O primeiro reconhecimento do percurso a efectuar no dia seguinte, da Portela consegue-se ver, práticamente todo o caminho que viríamos a efectuar no dia seguinte.


A Carrinha de apoio, gentilmente cedida e conduzida pelo Carlos Teixeira, e onde seguiam também as nossas esposas, as nossas filhas e a Ti Virginia, e se foi uma aventura, testemunham elas.




Chegada aos "vale de Fontes"...




A Travessia da Ribeira..., é claro que depois todos molhamos os pés.



Já o lanche com os pés de molho na ribeira, foi constituido pelo belo presunto e queijinho, e o pão, que quem vai a Mós, não mais esquece o pãozinho que por lá se come.


Nos "Vale de fontes" em casa da Ti Virgínia, onde saboreamos uns maravilhosos Figos de Piteira.


As minas do ferronho...





Já de regresso, pelo lado da calçada romana, e se foi duro. Chegamos aos Palheirinhos completamente esgotados físicamente, mas rejuvenescidos psicológicamente depois deste maravilhoso passeio de Bicicleta com cerca de 30 km.



Posso dizer-vos que foi uma experiência maravilhosa, que as pessoas que me acompanharam ficaram apaixonados pela nossa terra e são hoje uns assíduos seguidores deste Blog. Iremos concerteza no próximo ano repetir a façanha, mas seria muito giro que o grupo aumentasse.

Um abraço a TODOS os Moseiros, familiares ou amigos.

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Rota de Santa Bárbara - Museu do Ferro 4 de Dezembro 15:00h - Torre de Moncorvo



Informações e Contactos:- PARM (Projecto Arqueológico da Região de Moncorvo)

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ANDANDO POR MÓS

[Fotografias Cedidas/Autor:- António Rato]









[Fotografias cedidas:- Autor António Rato - Brasil]

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Mós Anos 50

Foto - Cedida Por Carina

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FREGUESIA DE MÓS - ANTIGA VILA MEDIEVAL

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