FREGUESIA DE MÓS - ANTIGA VILA MEDIEVAL - [NO INTERIOR TRANSMONTANO - VISITE]

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Mós -  Antiga Vila Medieval

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Azeitona



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31 de Dezembro de 2010

Logo à noite entra o Ano Novo de 2011. Toca a virar, pois, trajando de novo nem que seja no bom uso de nova navalha de Palaçoulo ou Opinel das antigas, para desbulhar um pau ou ajudar a lascar algum petisco que caia bem para largas horas de lume por perto.
Estamos na Europa, entra(nha)dos em 1986, recebendo rios de dinheiro de fundos de ajuda ao desenvolvimento parte dos quais visivelmente aplicados no bem comum e outras partes obnubiladas em por assim dizer seguros se não de vida pelo menos relativamente valiosos a favor de quem ousou e alcançou nos tempos de vacas gordas.
Um jornal de Lisboa dá champanhe já sem rolha com arame mas do bom, uma jornalista, também escrevendo de Lisboa num outro diário de lá, casca na geração de sessenta atribuindo a essa gente a chegar à aposentação as maiores culpas do estado a que o país chegou, sendo certo que ela quer apenas responsabilizar quem teve poder de mando e não todos. Não vai ao ponto de exigir julgamentos, talvez pensando que então também teria de incluir os opinion makers que as mais das vezes, vistas as coisas, não souberam prever absolutamente nada do que ia acontecer com as vacas gordas hoje impróprias não apenas para consumo mas até para estimação mumificada.
Enquanto o calendário não perdoa há quem vá para a cama, hoje, de outra maneira, ora com vontade de dormir e esquecer ora com vontade de levantar-se para de novo, sabe-se lá, sabe-se lá.

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Postal de Natal

O que nesta Quadra sobressai é não tanto a boa vontade de construir mas antes o como que arrumar a casa que sempre transportamos as mais das vezes às costas e frequentemente sem disso querermos saber.
Começa a operação Natal nas estradas e a pena dos que vão ainda perder a vida até lá potencia-se, não tanto por não irem durar ao menos mais um ano, cumprir o passo a passo, mas por que – como sucedeu com um dirigente e comentador desportivo – já não integram a ceia do bacalhau cozido sem todos. Fica a muda memória dos ancestrais enquanto o quisermos.
Dando uma volta por aí, mesmo sem se sair de casa ou do quintal, facilmente salta aos olhos de ver, ouvir e contar que as crianças somos todos os que agarram a prenda mesmo sem a desejarem, isto é, fica a gente disponível para receber, numa primeira camada, completando-se o processo no dar sem ter de fazer muitas contas. Isso é que era bom, dirão alguns. Pois bem, seria, será. O tempo é de crise mas é precisamente aí que se pode afinar a capacidade de resistir, principalmente quem esteja mergulhado na azáfama sempre superficial das cidades em que cada um vale o que vale. Nas vilas já é um pouco diferente, ainda que em muitas delas se imite mais o citadino que se projecte o cidadão desde logo por uma questão de escala sempre aí presente e bambeando tartamuda.
É na aldeia que tudo se resume a memória hoje facilitada pelo concentrar progressivo de tempo sob as ombreiras e sobre os ombros deixando a marca de água que ainda faz de nós gente menos estranha do que outra qualquer.
No universo de matriz cristã comemoram-se com mais propriedade o dia e a noite olhando o crepitar à volta do presépio de reminiscências medievais, a não ser que venham os fluidos fabricados e devidamente adereçados em redor dos códigos de barras que pululam sem cessar e dão o índice de qualidade da civilização dos nossos dias e também um reverso de medalha que reluz sem necessariamente indiciar oiro na árvore de natal.
Bom Natal e Bom Ano Novo se desejará sempre a quem passe ou fique, não apenas por uma questão de educação mas por que nascemos neste meio e nele permanecemos mesmo sem nisso se pensar. Que pensar bem não é fácil, exige treino e disciplina mental como condições basilares, a par de um ir andando sem se saber muito bem o que o futuro nos reserva, evidentemente. É a nossa condição de humanos à face da Terra, olhando os Céus no alto, em baixo e dos lados.

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Torre de Moncorvo - [Mais Perto]


O primeiro lanço do Itinerário Principal 2 (IP2) entre Celorico da Beira e Chafariz do Vento, Trancoso, num total de 29 quilómetros, abre ao trânsito na segunda-feira, dia 20, disse hoje (18) à Lusa o governador civil da Guarda.
Segundo o representante do Governo no distrito da Guarda, Santinho Pacheco, estava prevista a presença do primeiro-ministro José Sócrates, mas devido a um acidente com um trator agrícola, ocorrido ontem (18) em Cótimos, Trancoso, que vitimou duas mulheres, a cerimónia ficou sem efeito.
“Face ao lamentável acidente, de que resultaram duas vítimas mortais e cujos funerais deverão ocorrer precisamente nesse dia, por respeito com a comunidade municipal de Trancoso, nesta hora de luto, a cerimónia oficial de inauguração daquela via fica adiada para data a anunciar oportunamente”, indicou o responsável.
Santinho Pacheco disse que “o Governo decidiu manter a abertura da autoestrada para Trancoso mas a inauguração oficial será feita em data oportuna, com a presença do senhor primeiro-ministro ou do ministro das Obras Públicas”.
O troço do IP2, em perfil de autoestrada, entre a autoestrada A25 na zona de Celorico da Beira e o concelho de Trancoso é considerada uma via “extremamente importante para todo o Norte do distrito da Guarda, tal como o IP2 em todo o seu conjunto, referiu.
“É um momento muito importante para todo o Norte do distrito da Guarda” e “para a ligação da Guarda para o Norte, fazendo com que a Guarda se assuma cada vez mais como uma grande centralidade no centro interior de Portugal”, declarou o governador civil.
O lanço do IP2 entre Celorico da Beira e Trancoso está integrado na concessão rodoviária do Douro Interior, que representa um investimento global de 862 milhões de euros.
A obra também inclui a conceção, construção e exploração dos lanços do IP2 entre Trancoso e Valebenfeito (Bragança) e do IC (Itinerário Complementar) 5 entre Pópulo (IP4) e Miranda do Douro.

Notícia:-Diário das Beiras

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Paisagens maravilhosas...que o digam os BTTistas que lá estiveram em Agosto

Já algumas vezes havia comentado com familiares e amigos que tinha o sonho de efectuar um passeio de BTT nos Vales e Montes da maravilhosa paisagem de Mós. Nós os amantes do BTT temos uma coisa em comum, todos Amamos, Admiramos e Respeitamos a Natureza.

Pois bem, este ano desafiei dois casais amigos que nunca haviam estado em Trás-os-Montes, eles também são praticantes de BTT, o Vasco e o Victor. As suas esposas e filhas, a Gertrudes e a Joana, a Inácia e a Patricia também alinharam na aventura, mais a minha esposa e filha, a Cristina e a Rita.


Compramos propositadamente as barras de tejadilho e os suportes para transportarmos as Biclas, planeamos o fim de semana da festa e lá fomos.


O meu cunhado Carlos disponibilizou-se de imediato a dar-nos o apoio necessário, transportando as mulheres e o "farnel", para o merecido lanche.



O primeiro reconhecimento do percurso a efectuar no dia seguinte, da Portela consegue-se ver, práticamente todo o caminho que viríamos a efectuar no dia seguinte.


A Carrinha de apoio, gentilmente cedida e conduzida pelo Carlos Teixeira, e onde seguiam também as nossas esposas, as nossas filhas e a Ti Virginia, e se foi uma aventura, testemunham elas.




Chegada aos "vale de Fontes"...




A Travessia da Ribeira..., é claro que depois todos molhamos os pés.



Já o lanche com os pés de molho na ribeira, foi constituido pelo belo presunto e queijinho, e o pão, que quem vai a Mós, não mais esquece o pãozinho que por lá se come.


Nos "Vale de fontes" em casa da Ti Virgínia, onde saboreamos uns maravilhosos Figos de Piteira.


As minas do ferronho...





Já de regresso, pelo lado da calçada romana, e se foi duro. Chegamos aos Palheirinhos completamente esgotados físicamente, mas rejuvenescidos psicológicamente depois deste maravilhoso passeio de Bicicleta com cerca de 30 km.



Posso dizer-vos que foi uma experiência maravilhosa, que as pessoas que me acompanharam ficaram apaixonados pela nossa terra e são hoje uns assíduos seguidores deste Blog. Iremos concerteza no próximo ano repetir a façanha, mas seria muito giro que o grupo aumentasse.

Um abraço a TODOS os Moseiros, familiares ou amigos.

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Rota de Santa Bárbara - Museu do Ferro 4 de Dezembro 15:00h - Torre de Moncorvo



Informações e Contactos:- PARM (Projecto Arqueológico da Região de Moncorvo)

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ANDANDO POR MÓS

[Fotografias Cedidas/Autor:- António Rato]









[Fotografias cedidas:- Autor António Rato - Brasil]

Proibida a reprodução integral ou parcial para uso comercial, editorial ou republicação na Internet, sem referir ou citar a sua origem.

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Mós Anos 50

Foto - Cedida Por Carina

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Mós - Antiga Vila Medieval - 6/11/2010- Arqueologia História e Património

Fotos - Cedidas Por [ PARM - Projecto Arqueológico da Região de Moncorvo] - Consulte [ http://parm-moncorvo.blogspot.com/]





Informações :- Fotografias Cedidas Por [Parm]http://parm-moncorvo.blogspot.com/]

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BREVE HISTÓRIA SOBRE O G.D.C.R. MÓS

DAS ORIGENS AOS DIAS DE HOJE

O Grupo Desportivo Cultural e Recreativo de Mós, foi constituído em Março de 1983. O seu objectivo foi a divulgação da cultura de Mós e a prática de desporto. Foi construído um campo de futebol em terra batida que ainda serviu para alguns jogos, nomeadamente nas festas da aldeia em que se juntavam muitas pessoas e conseguia-se organizar duas equipas. Foi um espaço de convívio para os associados onde jogavam cartas, damas e dominó. Teve uma equipa organizada de futebol de cinco, tendo obtido o 1º lugar nos jogos concelhios de 1985. A sede do G.D.C.R.Mós

funcionava nas instalações da Junta de Freguesia local, cedidas gratuitamente.

Em 1987, o G.D.C.R.Mós deixou de ter actividade, e as instalações serviram vários anos para a Comissão de Festas da mesma localidade. Notava-se um vazio entre os habitantes de Mós. Não tinham um lugar para convívio e passavam o seu tempo entre as suas habitações e a Praça da freguesia onde permaneciam poucas horas, principalmente pelo frio de inverno. Todos os anos, principalmente nas festas da freguesia, havia a promessa de alguns em voltar a activar o clube da terra. Passavam as festas e a esperança ia morrendo até às próximas festividades. A coragem permanecia apenas três dias e evaporava-se durante os próximos 362. Quase todas as freguesias dispõem de uma associação local e Mós, pela sua história, também teria o mesmo direito.


Então, em 2009, um grupo de 12 pessoas, distribuída pelos três Órgãos dos Corpos Sociais, meteu mãos à obra, decidiu adquirir o imóvel para futura sede, efectuar grandes obras de remodelação e beneficiação e ainda mobilar de novo o espaço que, este sim, é propriedade de todos os sócios. Tratou-se de grande coragem deste grupo de pessoas, uma vez que partimos do ZERO, solicitamos ainda algumas ajudas a Entidades que teriam obrigação de participar neste projecto, mas. no final. as ajudas resumiram-se a diversos donativos de particulares e às quotas dos actuais sócios. Já somos 180 associados e todo o investimento está praticamente solucionado.


No campo do desporto, criamos um núcleo de Xadrez, temos 12 jogadores filiados na Associação de Xadrez de Bragança e somos uma das três equipas a participar oficialmente em todo o distrito de Bragança. No primeiro ano, participamos em dois torneios oficiais, nomeadamente o OPEN INTERNACIONAL DE CHAVES, onde o nosso jogador melhor classificado obteve brilhantemente o 15º lugar, entre 40 participantes. No mês corrente, tivemos o orgulho de organizar o 5º CAMPEONATO DE TRÁS-OS-MONTES, onde a nossa melhor classificação foi o 8º e 9º lugar, entre 28 participantes. Além do Xadrez, as actividades desportivas estendem-se à SUECA, CHINCALHÃO, DAMAS e DOMINÓ.


Esperamos efectuar alguns trabalhos acerca de história e cultura desta nossa freguesia. Aceitamos ideias dos associados e esperamos que estes, cada vez mais, se sintam em sua casa.


O G.D.C.R.Mós recebe qualquer pessoa, residente na aldeia ou visitante que goste de conhecer as nossas terras e as nossas gentes porque estas, também gostam de vos receber.


A Direcção do G.D.C.R.Mós agradece a todos que estiveram envolvidos neste projecto e certamente que vamos continuar.



O Presidente da Direcção


Belarmino Deus

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A DESPEDIDA

Não é impunemente que nos vimos, embora muitas vezes esporadicamente, o poder de uma comunidade fechada, peculiarmente aberta ao mundo de forma que em cada momento só nos vissem por uma janela estreita e devidamente seleccionada. Isto é, sempre estivemos abertos ao mundo, abraçamos um projecto a divulgação, mas por outras janelas somos agora vistos quase só por uma janela que ninguém abriu.
Marcou mesmo a nossa identidade e até quebrou uma certa resistência à uniformidade. O bem geral é sempre um refúgio que serve aos políticos para se justificarem. Não há no entanto progresso sem ideias pessoais, a não ser que queiramos que elas se desenvolvam apenas lá fora e aqui todos tenhamos que aceitar o unanimismo.
A nossa relação com o poder local nem sempre é fácil.
Não há nada de acintoso nas críticas políticas que se lhe possam fazer. Se há algo de pessoal tem a ver com o gosto de cada um, por mais aceites que sejam as políticas da terra, não podem exigir que todos gostem do que eles gostam. Assim na nossa relação com o poder local enquanto poder, não tivemos nunca momentos de euforia e de asfixia, na aproximação e evidente o distanciamento.

Cada um sabe dos seus sentimentos pessoais mas eu sou amigo do mundo rural. Esquecendo a desgraçada vida dos antigos lavradores, agradava-me o antigo equilíbrio aqui existente.
Não chega fazer da defesa dos despojos uma teoria, o ruralismo. Até porque a nossa identidade já não é rural, embora tenha algo de rústico. Já só estamos plantados no ambiente rural.A capa de defensor do mundo rural não pode corresponder ao conteúdo dos dias de hoje.

Permita-se-me um conselho: Será que a gestão autárquica lhes fecha os horizontes, não estão preparados para verem além do seu quintal, da sua paróquia. Andará por aqui provincianismo, parolice, que pecado é este? Tem a ambição de exercer um cargo com uma influência mais vasta, será que seguiria estes exemplos se a oportunidade lhe surgir? Esperemos que não. Um abraço amigo! Até sempre!
Desejo uma continuidade aos restantes colaboradores, tive que abraçar um outro projecto, aos que ficam não desanimem, voltarei quem sabe...


Lopes:- Autor Mós_Blog

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Um Até Já

A determinada altura da nossa vida, pensamos e avaliamos os nossos projectos. Como tal, quando me foi dada a oportunidade de participar neste projecto, abracei a mesma com o mesmo entusiasmo e vontade dos meus próprios projectos. Concordo contudo que não tenha tido uma participação tão activa como a que muitos esperavam. No entanto, por vezes, a quantidade é inimiga da perfeição, vi-me de repente envolvido em tantos projectos, que se tornou difícil prestar a atenção devida a cada um deles, chamem-lhe egoísmo, exagero ou talvez a vontade de querer demais. Chamem-lhe o que quiserem, chamem-me o que quiserem, pois sinceramente, não me interessa. Sou como sou, um eterno apaixonado pela "nossa" terra, pois não existe ninguém que possa afirmar o contrário. Amo Mós incondicionalmente, sou daqueles seres que não vê defeitos, não vê desertificação, não vê edifícios em ruínas, não vê envelhecimento, apenas vê a beleza que existe nos sorrisos, nos olhares, dos gestos e que sobretudo aprecia a vontade das gentes MOSEIRAS, sou como sou, talvez exagerado, quem sabe, MAS ARRE QUE EU POSSO AFIRMAR: SOU MOSEIRO. E como tal não admito que me acusem do contrário, antes de me tecerem certas considerações, procurem conhecer-me, sou o que sou, sou livre, um amante da terra, das gentes, aquele que adora sentir o calor das mesmas, independentemente da sua orientação política. Pois um abraço é sempre quente, seja ele laranja, rosa ou vermelho.
Como tal. fiel que sou aos meus ideais, tendo sido eu acusado de atitudes completamente opostas aos meus pensamentos, não me considero capaz de continuar (pelo menos para já) neste projecto. Espero contudo que os demais colaboradores continuem o EXCELENTE trabalho, verdade seja dita, este espaço é necessário e vital para MÓS. Continuem, irei seguir o mesmo energicamente. Este é UM ESPAÇO VITAL E QUE MERECE SER PRESERVADO.

Até já,
Marco Deus

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Mós - Vila Antiga Medieval 6 de Novembro pelas 15:00h - Arqueologia/Património/História

INFORMAÇÕES:-http://www.torredemoncorvo.pt/exposic-o-e-palestra-mos-antiga-e-medieval-arqueologia-historia-e-patrimonio


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5.º CAMPEONATO DE XADREZ REGIONAL DE TRÁS-OS-MONTES

CARTAZ XADREZ LOGOTIPO[1]

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Liberdade de Expressão

A liberdade de muitas pessoas, seja a liberdade económica, de expressão, de direitos, de etnia, de opinião e até mesmo da igualdade entre homens e mulheres é a independência partidária.
A liberdade é relativa e pode ser vista de várias maneiras, seja ela positiva ou negativa, a liberdade é fundamental para o crescimento do ser humano, de um país, localidade e região.
Acredito que as pessoas poderiam utilizar o fato histórico para proclamar com mais frequência a sua independência, principalmente no que se refere à corrupção, a falta de dignidade e de lealdade.
Se cada Moseiro empunhasse a sua espada colocando um basta nisto tudo, pensem e dêem a vossa opinião, devemos saber estar tanto na vida como na política.
Quando escrevemos, tentamos reflectir o máximo de nós, a escrita cria um elo de ligação entre as pessoas, nunca podemos ser réus de ligações partidárias nunca o fomos nem nunca o seremos, defendemos a liberdade de expressão.

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Torre de Moncorvo 16 de Outubro

Biblioteca de Torre de Moncorvo
Mais informações:- clicar - lelodemoncorvo - Blog

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Olhar - Torre de Moncorvo

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Memórias

Os meus tempos





Gosto de ti, desses meus tempos de menino

Pois  então, mas o meu destino foi um dia traçado, partir

Nas horas tristes com a mãe a abençoar

Eras ó minha terra a saudade de voltar

Onde o doce lar era agrado e confortável



Ó terra, onde eu nasci

Tantas saudades eu tenho de ti

Ò terra redobrada, de saudades

Tu és para mim um coreto de emoção



Aos velhos caminhos  é bom voltar

Mas viver de quê para voltar

Aos bons velhos tempos regressar

Os caminhos tortos e cansados deixai recordar



Quero ouvir os pardais ao desafio e as andorinhas a relinchar

Quero sentir a sombra amiga da ribeira

As festas populares reviver com emoção

O pião e o triciclo da minha infância

Vêm de novo até à minha mão.

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minas gerais

Enquanto houver Verão e noites boas os arraiais perpetuarão a mescla do sagrado e do profano. Foi o que aconteceu ontem no Santo Antão da Barca, na tradição que junta mais de uma dúzia de freguesias, de um lado e de outro do rio Sabor, mas a que Mós não se costuma associar, talvez por não beneficiar directamente dos ares desse rio. Esperemos que tal venha a suceder com a barragem. Há males que vêm por bem.

O sul de Itália é mais atrasado que o norte. Em Portugal, como no Brasil, o atraso tem um nome: nordeste. Os de cá não gostam mas é assim. Há índices que o medem. E, no entanto:

- Há por aqui gente que vive muito bem, outros bastante bem.

- Como o produto da terra escoa de um modo geral mal, em termos de preços que compensem, há fartura para pessoas e animais, entremeada por largos períodos de falhas, é certo.

- A vida continua com traços de sempre e o banditismo, roubo ou sacanice que nas cidades grandes estranhos (uma minoria, é certo) praticam é por aqui quase inexistente.

- Os produtos alimentares locais são de um modo geral de melhor qualidade do que os que vêm de fora.

- Há sinais crescentes de qualidade de vida com (demasiado) pouca gente e consequentemente sem atropelos.

- Não faltam piscinas municipais, campos de jogos e até salas de cinema e bibliotecas, as vilas estão equipadas.

- As espeluncas foram, nas aldeias, praticamente exterminadas.



Vistas as coisas, o atraso que atribuem a Trás-os-Montes e que temos de aceitar - a ciência e a estatística dão-no como certo - só pode provir da falta de atenção a aspectos de pormenor, prioridade ou sequência na super-estrutura dos poderes locais, anichados como se cada um fosse um país. Se a regionalização previsível e por muitos esperada for comandada do litoral-norte ficaremos na mesma ou pior. Talvez seja preciso bater mais no fundo para virar a página, mas ninguém arrisca o como e o quando. Há que ver o nosso quintal mas fundamentalmente muito além dele.

Há «chãos» irremediavelmente perdidos para o javali, o que, por si só, é curto e não nos tira da situação de precariedade que nos é endemicamente atribuída e não são os arremedos ciclicamente festivos que a fazem atenuar ou modificar.
A obra a empreender exige vocação de estadista que escasseia cada vez mais. Muitos de nós assistirão apenas ao arrastar do que está, dada a limitação da vida humana. As vias rápidas que aí vêm (Mós beneficia também, ainda que não tenha nenhuma à porta) encurtarão a duração das viagens de ida e volta a Lisboa e ao Porto em uma hora e em meia hora, respectivamente, mas, ao contornarem o perímetro habitado, como por exemplo em Meirinhos, cavarão também micro-isolamentos, já que as pessoas não pararão tantas vezes e os percursos intermédios ver-se-ão curto-circuitados empobrecendo o comércio de estrada, por assim dizer.

Toda a vasta área de terra que nos cerca poderia servir para treino e exercício de novos exércitos a inventar. Faltam comandantes com provas dadas e súbditos que executem com sentido coerente um outro Portugal que o nosso coração colectivo vem pedindo. Um dia virá em que a ousadia vença a resignação.

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Festas - Felgueiras de 3 a 5 de Setembro 2010 - Torre de Moncorvo

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FREGUESIA DE MÓS - ANTIGA VILA MEDIEVAL

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