FREGUESIA DE MÓS - ANTIGA VILA MEDIEVAL - [NO INTERIOR TRANSMONTANO - VISITE]

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Mós -  Antiga Vila Medieval

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Programa Festividades - Amendoeira em Flor - Torre de Moncorvo

Torre de Moncorvo - Festividades Amendoeira em Flor



Programa Festas Amendoeiras em Flor - 2009 - Torre de Moncorvo



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«Plantai árvores»

Houve um tempo em que em Mós
havia sombras de vetustas árvores que entretanto
ou secaram ou foram deitadas abaixo.
À beira do caminho se situavam,
logo ao chegar,
no apeadeiro do comboio ou no entroncamento
das estradas se vislumbravam claramente.
Também ao «pinhal do pacheco» no caminho
havia um enorme castanheiro
mesmo à beira da estrada, agora nada, nem à sobreira grande.
Outras árvores se não criaram
ou devido às grandes estiagens
ou devido a desleixo ou desvalorização generalizada
por parte dos principais actores.
Todos nós e a cada momento que se ajeite
vamos este ano plantar árvores de sombra
com resguardo
à beira dos caminhos,
que tem chovido e a terra está em condições,
favorável como nunca esteve
de há décadas a esta parte.
(a Câmara e a Junta que forneçam a semente e indiquem em parte
o sítio, s. f. f.). No dia 19 ou no dia da entrada da primavera.

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Amendoeiras em Flor - 2009 - Torre de Moncorvo

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Memória do Passado

Presentemente, tal como no passado, todos os Moseiros confrontam-se com o conceito de memória numa perspectiva de definição entre aspectos distintos e que à partida parecem simples de ajuizar mas que realmente, continuam a confundir, cada vez mais é difícil recordar o passado, continuando a pensar apenas no futuro.

A memória, é a sustentação da nossa sanidade mental, quando o exercício da nossa memória começa a falhar, deixando-nos incapazes quer no raciocínio pontual, quer na recordação de factos ou acontecimentos que nos marcaram.

A memória é um bem pessoal bem como colectivo, consoante a vertente de análise (somos humanos e cada um de nós é parte e património da humanidade) e, por isso, ao ser assumida como tal, serve para suportar a tese de que cada um deve pensar pela sua própria cabeça, sendo ela (memória), a memória ressalva, as disfunções causadas pelos abusos característicos da maldade humana.

A abordagem que faço tem a ver com os jogos de influências, a preservação das memórias colectivas tendem, nos dias que correm, a ser alvos da ira dos déspotas, ditadores e malfeitores, criminosos, a valorização e salvaguarda das memórias , são sempre de grande utilidade para a elaboração de registos históricos de interesse geral (local/nacional).

A maioria das vezes e, por desconhecimento também, interligam-se os conceitos do acto de esquecer o passado, políticos demagogos, cidadãos manipulados e comprometidos com os regimes e governos, num oportunismo já de si característico, ao esquecimento do passado, deveremos alertar a Justiça para casos de crimes identificados como tal, mutilar ou transformar a maior riqueza de uma memória patrimonial é crime.

Aqueles que pedem para que se esqueça o passado, são favoráveis à maioria dos políticos e governantes, apela-se ao esquecimento do passado e os criminosos continuem impunes e, consequentemente, cada vez mais repetitivos nas suas acções criminosas.

Apela-se ao esquecimento do passado, mas só do passado que convém e quando convém.

Conseguirão apagar toda a memória, não o permitiremos e é por isso que continuamos e continuaremos a trabalhar, deixando registos desses actos criminosos ao mundo cibernauta.



Autor:-C.do Mundo-Jornalista

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Amendoeira em Flor - Festividades 2010

Torre de Moncorvo - Festividades Amendoeira em Flor


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Praia Fluvial de Foz do Sabor - Torre de Moncorvo

Margens do Sabor - Praia Fluvial de Foz do Sabor - Torre de Moncorvo






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Douro

Barragem do Pocinho - Margens do Douro



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Aldeia renasce graças à Barragem do Baixo Sabor

Com 12 habitantes apenas, a aldeia da Póvoa, em Torre de Moncorvo, vai tornar-se a localidade mais populosa do concelho nos próximos anos. A causa próxima será a construção, na aldeia, do estaleiro da barragem do Baixo Sabor.

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Podia ser Vale de Ferreiros

Chuva, se não contínua, da que dá ainda sinal nos regatos, agueiras e por todo o lado ribeiros as mais das vezes secos noutros anos, mesmo nesta época, chuva marca este início de ano de 2010 por todo o país e nesta região também, associando-se sinteticamente um belo nevão em dez do corrente Janeiro (antecedido de outro em Dezembro e de outro em nove de Janeiro de 2009) que vai quase pelas costas.

Foram anos de fome quanto a água reposta agora na natureza em geral. Estiagens prolongadas. Barragens à míngua. Porém, tudo hoje transborda e corre se não logo para o mar pelo menos dos pontos mais altos para os mais baixos.

O que faz a natureza, essencialmente, porém, são as gentes, a maneira de estar e de agir, estragando o mínimo e construindo o que for possível, abrindo caminhos, quando não consertando-os, que de uma antiga vila (ainda o era há menos de duzentos anos) algo de mais-que-aldeia se pode esperar, já que lhe está inscrito se não nos genes pelo menos no arquétipo de superfície (cala-te boca, não vás ao século XV, a um qualquer couto de homiziados, levantar lebres totalmente desaparecidas de cena).

Caça grossa, mais que a antiga perdiz (diferente da moderna), o coelho, os pássaros de ratoeira ou de lousão. As searas escasseiam e, quando as há, são as mais das vezes a fingir, só para a caça ir andando por ali. Estevas. Arçãs. Carquejas. Giestas (as amarelas vieram de fora e ladeiam predominantemente as estradas, em Maio estão floridas, logo ali nos Barreirinhos e no caminho agora asfaltado que conduz à barragem de Vale de Ferreiros).

Vem aí a rebentação da natureza que se sente apenas por inteiro nos locais em que a ruralidade ainda abunda ou em algum recanto urbanizado que isso teve em conta. É de aproveitar. Cuidado com os tractores fora de zonas planas.

Há plantio a pegar de estaca, outro a podar / limpar, que, volta-se a referir, a natureza humanizada é melhor e mais alegre (menos trágica) que a pura selva. Clareiras. Depois mais monte. Caminhos aceitáveis. Uma ou outra manilha que ajude a vencer obstáculos. Merendas. Água no garrafão quiçá vinho na garrafa ou na bota de esguicho. Cuidado com os poços fundos, que por vezes se mudam com as intempéries. E nada de provincianismo ou admiração descontextualizada, precipitada, patética.

Somos o que somos. Somos como somos. Para que havemos de ser de outra maneira mais fraca e com menos provas dadas? Nem muito hospitaleiros, generosos ou mãos largas nem muito forretas, sovinas ou avaros, não se vá alguém de fora aproveitar.

Que à força física se junte a força mental bem orientada, mantendo o que for interessante manter e sem estrebuchar para além do espaço e do tempo que nos for dado ocupar em cada instante de vozearia ou de silêncio. Virá a sombra, o sol. Desde logo pela Primavera virão dias bons. E o calor excessivo não se foi de todo embora. O vento que quase sempre desagrada, ainda que plante pinheirais ao acaso (a semente de pinho tem asas naturais e já não se vende, só em saquinhos de viveiro nascida ou certificada na Europa central para os revendedores nacionais se encontra). A força mental também é dada de certo modo ao arvoredo à solta, ladeando casas, palheiros, cemitério, igreja, algumas capelas instaladas e bairros novos de gente bem remediada que não pára quieta e ainda bem que assim é.

Há árvores que são muito velhas, não há nada a fazer quanto a isso, paciência, muitas acabaram, outras estão a acabar, ainda que uma ou outra asneira tivesse sido, em torno delas, à sombra delas cometida. O progresso existe, falta dar-lhe mais alma, aqui e ali, convergindo mais que divergindo, sem ir ao fundo, sem andar à to(n)a. Já houve cinco fornos (já para não referir os de cal ou de telha) e cinco médicos por perto, sapateiro, ferreiro, moleiro, albardeiro, já para não referir os ambulantes e os sazonais, alguns pernoitando fora da casa principal e nisso tendo gosto sem ofender terceiros.

Hoje, pouca gente se lembra que o nome da nossa terra tem que ver com moinhos. Podia ter sido Vale de Ferreiros.

Está tudo quase a morrer, casas quase todo o ano sem ninguém a não ser espectros (nas que estão fechadas), algumas bem bonitas, com razoável comodidade e conforto e sem perigos estranhos à vista. Ainda não, por favor. Mas como? Os jovens andam nas grandes superfícies e outros anseiam por andar por lá.
Pode ser que alguns caçadores cultos nos ajudem a fixar um pouco mais (de gente) por aqui, quem sabe. Ou então projectos radicais com tento, a inventar.

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Olhares - Torre de Moncorvo


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Amendoeiras em Flor - Freixo de Espada à Cinta


Fins de Semana de 27/28 de Fevereiro; 5/6/7; 12/13/14 de Março de 2010, são estas as datas escolhidas para a realização da XII Feira Transfronteiriça das Arribas do Douro/V Festa dos Gostos e Saberes.
Três fins de semana preenchidos com o melhor do artesanato regional e ibérico.

Os artesãos e entidades que queiram participar neste certame único, podem contactar o Posto de Turismo de Freixo de Espada à Cinta.



Contactos

Telefone: 00351 279 653 480

E-mail: postoturismo@cm-freixoespadacinta.pt

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Torre de Moncorvo - 2010 - Feriado Municipal



Feriado Municipal - Torre de Moncorvo - 19 de Março

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MONTARIA - 17 DE JANEIRO 2010



MÓS - MONTARIA DO DIA 17 JANEIRO 2010 - 14 JAVALIS





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Inteligência canina

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Montaria - Mós - 17- Janeiro - 2010



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MONTARIA - MÓS - 17 DE JANEIRO 2010 - TRILHOS




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Nosso azeite puro


(Se o azeite tiver óleo misturado não fica assim, é só experimentarem, a cerca de zero graus centígrados).

Fotografia de Carlos Sambade, no dia do nevão, em Mós, dentro da cozinha, ao ar.

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Mós, escadas dos nossos avós


(generalizando, evidentemente)

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Ainda o dia 10 de Janeiro deste ano em Mós


(fotografia de Carlos Sambade)

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Mós, a Travessa no dia 10 de Janeiro de 2010, dia de nevão


(fotografia obtida por Carlos Sambade)

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Perspectiva

Fotografia da Igreja de Santa Maria, perspectivando a amendoeira, numa ligação harmoniosa entre Património e Natureza, é isto que Mós tem de mais valioso, aliado à simpatia e hospitalidade das suas gentes.

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Mós - Aldeia Histórica

MÓS ALDEIA HISTÓRICA

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Doentes de Moncorvo já não necessitam de ser transferidos



CLICAR NA IMAGEM PARA TER ACESSO À NOTÍCIA - EDITORIAL TERRA QUENTE


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Montaria - Carviçais - Torre de Moncorvo

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Festas da Flor da Amendoeira - Torre de Moncorvo 2010 - Fevereiro e Março

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MONTARIAS - MÓS - 2010


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Joana Rios - Espectáculo ao vivo - Torre de Moncorvo

No dia 15 de Janeiro Joana Rios fará a apresentação do seu terceiro CD, “3 Desejos”, no Cine Teatro de Torre de Moncorvo, onde dará um espectáculo ao vivo.
É acompanhada por Filipe Raposo (piano, Fender Rhodes e acordeão), Carlos Miguel (bateria e percussões), António Quintino (contrabaixo), João Carlos (trompa), Catarina Anacleto (violoncelo), Rodolfo Neves (trompete e flugel) e Lars Arens (trombone e eufónio).


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Um Olhar Sobre Mós

Cruzeiro, perto da Igreja de Santa Maria


Amendoeiras, junto às Ruínas do Castelo de Mós

Castelo de Mós

Panorâmica de Mós

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Limpar Portugal - Torre de Moncorvo (AJM)



INFORMAÇÕES - CLICAR NA IMAGEM

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FESTAS MÓS - 2009

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Dente de javali


(feriu aquele cão, apesar de ser velho, pela corpulência e neste caso pelo dente)

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cão mordido por javali


(e a ser cosido na rua, junto à garagem do sr. Vitorino)

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Navegando1

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Navegando2

Inicia-se um Novo Ano, que é uma convenção, tal como andar, girar ao volante, pela direita, em estrada ou arruamento público (nacional, municipal e até, talvez, no caminho vicinal) ou privado (acessos, entrada e saída de parques de estacionamento das grandes superfícies, por exemplo), sendo certo, porém, que o volante é à esquerda, no habitáculo do veículo, a não ser em casos hoje muito raros, designadamente de carros que vieram de Moçambique, nos anos 70 do século XX, ou de algum país de influência cultural inglesa. À esquerda, à direita se situa também se não o exercício da cidadania pelo menos o que disso reste, já que o centro é frequentemente uma zona ou instável, ou pelo contrário, demasiado estabilizada para que chame atenções fortes, ventos que levem para lugares devidos – que sempre os há - o que se depositou e já quase nada acrescenta. Sucede porém que esquerda e direita se travestem e, vistas bem as coisas, por vezes a gente desanima por não saber onde está nem com quem anda.

Este é o nosso tempo, dos que vão atrasados, dos que vão adiantados. Dos que saíram e, com mais ou menos frequência, voltam se não às suas origens verdadeiras, pelo menos às dos seus mais directos, reforçando de certo modo, o originário confluir de tempos e lugares, sim, que quem sai por tempos largos para espaços tidos também como grandes – as cidades – deixa de ser o mesmo, já que, caldeado por outras urbanidades e urbaneidades, recai sobre si o mito do migrante, o qual arranca sempre uma parte de nós para, no seu lugar, outra se instalar, numa espécie de enxertia destinada a dar melhores frutos mas que nem sempre os fornece abertamente em poiso certo.
Estamos longe, estamos perto. Não sabemos muita coisa, em termos modernos, matemáticos, que o conhecimento acumulado pela humanidade, só nos últimos trinta anos, com a mão de Deus e os tentáculos do Diabo sempre presentes até perante os menos crentes, já que somos as mais das vezes conduzidos, o conhecimento é tanto que não o podemos abarcar e, por isso, estamos condenados a ser sempre ignorantes acerca de alguma coisa, o que não nos deve preocupar mas antes tranquilizar e enriquecer de sentimento humano.
Qual a área da nossa aldeia, ou melhor, da freguesia, em hectares, por exemplo? É uma coisa acessível ao estudante local. Quantos prédios rústicos comporta? Mil? Dez mil?
E qual – agora sim, também – a área urbana, da aldeia propriamente dita, em termos de plano director municipal, incluindo os braços que se vão estendendo para os lados da escola nova e da pouca dura que teve, bem como para os Lagarinhos, os Palheirinhos, a Portela?
Quantos fogos há, quantos habitantes, ano a ano, desde 1960 até 2010, que a demografia sempre foi coisa dinâmica, mesmo parados contamos ou somos contados (que cantoria é só para alguns especificamente dotados, com bom ouvido mas sem ser para escutas inconvenientes ou indiscretas)?
Se pudermos traduzir as coisas por palavras justas, assentes em dados fiáveis mais que em propaganda, tendemos aposicionar a coluna vertebral mais direita e acabaremos por nosentendemos, a médio prazo, por certo, melhor uns aos outros, já que passamos a assentar as nossas ideias em plataformas mais consistentes do que aquelas que , há uns anos a esta parte, vão caracterizando o pensamento dominante que, sem o querermos ou cuidarmos de saber mais afundo, nos vai desgastando, desanimando exactamente a partir do auge da festa e da comemoração. Não há encanto sem desencanto, e o contrário também é verdadeiro. Tudo flui.
O que é perto, o que é longe? Se andarmos 10 Kms por estradão de terra nem sempre muito batida, no termo de Mós, se tivermos lá um prédio de10 hectares, por exemplo, alguém nos vai referir, particular, oficial ou oficiosamente que isso não vale nada, quase nada. Até o próprio Estado está a alinhar por esta bitola, o que, diga-se, tem a vantagem de aliviar os impostos que, são, hoje, sobre os prédios rústicos, irrisórios, dando bem a medida, só por si, do estado de abandono a que as coisas vão chegando, ratificado, assim, de alguma maneira, pelo poder político. E no entanto, gerações e gerações de antepassados se encontraram e se perderam por aquelas paragens e espaços largos e fundos hoje tão abandonados, deixados para lá ao javali que, se não me engano, também já foi chão que dão uvas, ao ponto a que as coisas vão sendo levadas, arrastadas na base de outros poderosos predadores além do bicho em si mesmo e cuja face é oculta. Veremos, a seu tempo, que o tempo tudo indica, basta ter calma e esperar que o vector principal se erga parecendo que ninguém o escolheu ou beliscou.
O que é perto, o que é longe? Hoje em dia o Pocinho devia ser perto, que diabo, são 30 Kms, num instante se chega lá, aquilo funciona, há uns anos a esta parte, para barcos de recreio, com local apropriado para os ancorar, mas, que se saiba, ninguém da nossa terra se virou para ali, já quase nem se vai ao Pocinho, até porque o transporte ferroviário levou uma machadada dada por um Governo de Portugal, já nos anos 80 do século XX, nestas paragens, para nunca mais ser o mesmo, quanto mais poder vir a melhorar, voltar. Resta, então, o rio, os rios: Douro e Sabor. As nossas ribeiras pendem para o Douro mas nós temos estado muito de costas voltadas para a água. Aliás, nem água de jeito temos tido.
Portugal país de navegantes? Sim, pois, por vezes nem tanto.
Esta fotografia, que se espera inserir por aqui, foi tirada pelo autor deste texto em Dezembro de 2009, no Pocinho, e nela se vê um veículo sobre a água daquele que parece ser o primeiro moseiro que pretende valorizar este aspecto, a que se vem aludindo, de modo relativamente dedicado, como se impõe. Sem dedicação e espírito de abertuta, exorcismando as pequenas questiúnculas que eventualmente atrapalhem, não há a mínima hipótese de olharmos para a nossa região enquanto possibilidade de progresso integrado adaptado às circunstâncias do nosso tempo e do tempo que nos é dado viver. Não basta dedicação. É preciso também rasgo, ver mais longe, sem megalomania, que então seria ainda pior, pelos estragos que daí adviessem. Não basta dedicação, a experiência o ensina.
Desejo um Bom Ano de 2010 para todos e remeto, por esta via, os agradecimentos a quem me acabe de convidar a participar neste blogue, que talvez não conheça pessoalmente, não sei verdadeiramente quem é, calculo e, no caso presente, isso me basta, por ora, porquanto já vinha dando uma espreitadela nesta parte ínfima porém para alguns de nós importante da internet.

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Editoriais - Torre de Moncorvo







  • TORRE DE MONCORVO IN BLOG
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    Interrompida linha do Douro entre Tua e Pocinho

    ÚLTIMA HORA - 26/12/2009 - LINHA DO DOURO - CIRCULAÇÃO ENTRE TUA E POCINHO SUSPENSA - SERVIÇO EFECTUADO DE AUTOCARRO


    A linha ferroviária do Douro está interrompida entre o Tua e o Pocinho. Uma barreira de pedra abateu-se sobre a linha devido ao mau tempo. Segundo a REFER o restabelecimento da circulação vai demorar vários dias. Entretanto, a REFER já colocou autocarros à disposição dos utentes


    A linha ferroviária do Douro entre o Tua e o Pocinho está interrompida desde sexta-feira devido à queda de pedras, não havendo ainda previsão sobre o restabelecimento da circulação, avançou a REFER.

    Segundo o porta-voz da REFER, "sexta-feira caiu uma barreira de pedras enormes que estão a obstruir a linha, obrigando à interrupção da circulação entre o Tua e Pocinho".

    A REFER ainda não sabe quando é que a circulação vai ser retomada, mas segundo José Santos Lopes "os trabalhos vão demorar vários dias".

    Enquanto a circulação estiver interrompida, a ligação entre o Tua e o Pocinho é feita através de transporte rodoviário colocado à disposição dos utentes.



    DiáriodeNotícias

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    Qualidade da Água - Mós - Resultados 3.º Trimestre

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    Qualidade da Água - Concelho de Torre de Moncorvo - Resultados 3.º Trimestre

    Analise Qualidade Agua - 3º Trimestre 2009 - CONCELHO DE TORRE DE MONCORVO

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    FREGUESIA DE MÓS - ANTIGA VILA MEDIEVAL

    Todo o conteúdo deste Blog/Site é informativo tem como principal objectivo dar a conhecer a freguesia de Mós "ANTIGA VILA MEDIEVAL" - Concelho de Torre de Moncorvo, não se pretende concorrência com outras páginas, regionais e locais, nem se pretende qualquer divisão, não são aceites artigos e assuntos relacionados com política nem publicidade comercial. Todas as fotografias são dos autores devidamente identificados agradeço que não efectuem cópias nem que sejam utilizadas sem autorização dos mesmos, informa-se que o identificador de IP e de rede local se encontra activado, podendo ser fácil de identificar o autor da cópia.
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