VII Open Parapente Internacional do Douro Superior - Torre de Moncorvo - 22 a 25 de Julho 2010
A Escolha
E é preciso a cada dia, cada passo, seguir e assumir, ninguém, pode ou deve ser responsável pelas nossas escolhas. Sabemos que corremos todos os riscos possíveis.
O importante é não parar, "água estagnada apodrece". Devemos ser como as águas dos rios, correndo sempre em alguma direcção, caberá a cada um a responsabilidade da escolha diária.
Por isso quando a serenidade se vai, o desespero toma conta. Logo se a paciência deixa de existir, o ódio instala-se, as disputas, fortalecem-nos.
Se todos querem ter razão, deixem-nos fazer o que deve ser feito, divulgar a Freguesia.
Em pensamento contrário de alguns que convivem connosco, somos da paz, os contrários aproximam-nos mostrando-nos onde é que precisamos melhorar.
Infelizmente, o orgulho de alguns por vezes é cego, pensamos não ser uma qualidade, mas sim um defeito, nada nos impede de caminhar, de prosperar e de conquistar.
"Tudo na vida é uma sementeira” colhe-se o que for plantado.
Passeio BTT - Rota do Ferro
Labirintos da mente
«O HOMEM VALE SOBRETUDO PELA EDUCAÇÃO QUE POSSUI». Ora cá está, tirada da postagem anterior e em alusão à república, esta frase dá que pensar. Todavia, nem sempre foi assim, nem sempre é assim. Há quem se faça valer por outros motivos. O que mais custa a aceitar, neste contexto e a quem ainda possa acreditar naquela bela frase, é o próprio enviesamento do conceito de educação, que leva a apoucar por vezes o que é grande, maior que nós, pelo simples facto de não sermos nós, de não termos tido ainda a oportunidade de sermos os almejados vencedores ou de simplesmente resmungarmos por tudo e por nada contribuindo sem querer para a manutenção de impasses ou ainda o mal do umbiguismo que afecta quem se dá sempre por vencedor.
Há, com efeito, qualquer coisa de errado quando uma região, um país, uma cerca se deixa de certo modo atrasar querendo adiantar-se. Se o erro roça o nosso quintal tendemos a empurrá-lo. É humano e não tem o quilate do homem que vale pela educação que possui. A coisa política, mormente em Portugal, parece muito feita disso. De modo que apetece deixar um conselho, pelo calor deste verão: se queres saúde e vistas amplas de espírito, relativiza a política, hoje em dia, para não seres arrastado (a) para a politiquice, uma doença infantil das nobres ideias largas e profundas que afecta tudo e as próprias ideias saem conspurcadas por essa imundície. Do mesmo padece por vezes o desporto, mas aqui há clubes, associados e trabalho durante a semana, jornais desportivos, perder e ganhar com mais periodicidade, altas vozes em belos estádios e mais clareza, tirando as jogadas sujas de alguns pseudo-gestores. Na política apequenada pelo quase-quase ou pelo palrar de pacotilha pouco sobra de verdadeiramente digno. Além disso, a política envolve todos e o futebol só alguns, podemos escapar melhor, se quisermos, ao conflito que, no desporto, passa apesar de tudo melhor.
Haja saúde sem anátemas ou empecilhos que não prestam, vistas as coisas não valem um chavo e cavam divisões inusitadas, até entre famílias. Neste campo, Mós parece precisar de uma bela revoada que, por fases, vá devolvendo a visão do todo unificante e tonificante por enquanto aparentemente olvidado.
Em honra do Sr. Pe. José Luís Amaro Pombal
Estas árvores (choupos criados em terra e águas de Mós), ali colocadas propositadamente, assinalam Dia Grande (30 de Maio), no dizer, aliás, de Antonhinho Pombal.
Carlos Sambade
Aspecto da Rua de Baixo em Junho de 2010
(Fotografia de Carlos Sambade)
(Clique em cima da imagem, que saiu, sem isso se pretender, desbotada, ao postar, assim ampliando e vendo melhor, designadamente o que se apresenta mais ao longe)
Levantou-se vento
Cuidado com o herbicida.
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Há pássaros que devem ser protegidos. Um deles é a melra fragueira, ainda que coma abelhas. Na verdade, aflita e para proteger as crias, expõe-se ela a todo o perigo, chama a atenção para si de modo notável, pelo que deve ser perdoada pelo apicultor.
Read more...Orquestra de Acordeões em Benavente
O caminho pós-crise dos mercados é mais ou menos este
Um dos estradões, entre outros, percorridos, designadamente, para se ir aos colmeais que agora enxameiam, para se deitar o herbicida ou para se caminhar por eremitérios que se vão erguendo a pouco e pouco, apesar de alguma actividade remanescente persistir susceptível de minguar por contradições intrínsecas e extrínsecas a atenuar.
Fotografia e notas de Carlos Sambade
Preservar as nossas coisas enquadradas na inconfundível paisagem que (ainda) nos rodeia
Aos amigos de Baco de Mós
António Manuel Soeiro, o ti Soeiras era um deles: gostava do vinho e, como tal, frequentemente, não lhe resistia. Esta fotografia foi tirada há cerca de vinte anos por António Óscar Sambade, em Mós.
Eis pequenos excertos que a memória retém dos seus mansos ditos:
Sai a quem é torto
Viva o sol em brasa
Quem tem massa vai ao Porto
Quem a não tem fica em casa
(baixinho: assim me acontece a mim).
- Bom bardino rachado (possivelmente um trocadilho de Bernardino Machado, ilustre republicano da sua mocidade)
- Ala para Vila d'Ala (aldeia do planalto mirandês)
Etc, etc.
Valia a pena compilar e dar à luz a memória dos ditos e do romanceiro em versão local.







































