Em honra do Sr. Pe. José Luís Amaro Pombal
Estas árvores (choupos criados em terra e águas de Mós), ali colocadas propositadamente, assinalam Dia Grande (30 de Maio), no dizer, aliás, de Antonhinho Pombal.
Carlos Sambade
Aspecto da Rua de Baixo em Junho de 2010
(Fotografia de Carlos Sambade)
(Clique em cima da imagem, que saiu, sem isso se pretender, desbotada, ao postar, assim ampliando e vendo melhor, designadamente o que se apresenta mais ao longe)
Levantou-se vento
Cuidado com o herbicida.
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Há pássaros que devem ser protegidos. Um deles é a melra fragueira, ainda que coma abelhas. Na verdade, aflita e para proteger as crias, expõe-se ela a todo o perigo, chama a atenção para si de modo notável, pelo que deve ser perdoada pelo apicultor.
Read more...Orquestra de Acordeões em Benavente
O caminho pós-crise dos mercados é mais ou menos este
Um dos estradões, entre outros, percorridos, designadamente, para se ir aos colmeais que agora enxameiam, para se deitar o herbicida ou para se caminhar por eremitérios que se vão erguendo a pouco e pouco, apesar de alguma actividade remanescente persistir susceptível de minguar por contradições intrínsecas e extrínsecas a atenuar.
Fotografia e notas de Carlos Sambade
Preservar as nossas coisas enquadradas na inconfundível paisagem que (ainda) nos rodeia
Aos amigos de Baco de Mós
António Manuel Soeiro, o ti Soeiras era um deles: gostava do vinho e, como tal, frequentemente, não lhe resistia. Esta fotografia foi tirada há cerca de vinte anos por António Óscar Sambade, em Mós.
Eis pequenos excertos que a memória retém dos seus mansos ditos:
Sai a quem é torto
Viva o sol em brasa
Quem tem massa vai ao Porto
Quem a não tem fica em casa
(baixinho: assim me acontece a mim).
- Bom bardino rachado (possivelmente um trocadilho de Bernardino Machado, ilustre republicano da sua mocidade)
- Ala para Vila d'Ala (aldeia do planalto mirandês)
Etc, etc.
Valia a pena compilar e dar à luz a memória dos ditos e do romanceiro em versão local.
Pequeno(s) tesouro(s) de Mós, a manter
Neste caso, eis a flor da carqueja colhida sem se dar cabo da planta, nesta primavera.
Dá uma bela infusão para todo o ano e faz bem a tudo se tomada com moderação.
Algumas das flores ficaram obviamente lá, na planta, para as abelhas e para a natureza em geral. Os olhos também comem.








































