
Amigos Mozeiros, lá fui passar a Páscoa á nossa Linda Mós com a minha mulher e a minha filha, e lá revi mais uma vez os amigos que nunca esqueçemos, embora por vezes se passem meses e até anos desde o último encontro.
O Paulo, o Augusto, o Zé, o Ilídio, o Carlos Jorge, o Belmiro,...enfim e tantos outros que não vou enumerá-los a todos.

Este ano tive a imensa alegria de ter ido dar um passeio até ao fundo da Costa, e ver a "pressa" com que corria o ribeiro, que já alguns anos me habituara a ver seco. O chilrear dos pássaros e o som da água, davam uma sensação de pureza e liberdade que só lá estando se consegue perceber.
O frio, era o do costume, pois mesmo com a graça duns raios de sol, só se conseguia estar dentro de casa com o lume aceso.
A "bola" de carne estava "de se comer e chorar por mais".
Para culmirar todas estas sensações de liberdade, de paz e de felicidade, ainda houve tempo para a minha filha Rita experimentar a sensação de fazer uns belos queijos e requeijões com a avó Balbina, minha mãe.
Rui Lopes
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