O caminho pós-crise dos mercados é mais ou menos este
Um dos estradões, entre outros, percorridos, designadamente, para se ir aos colmeais que agora enxameiam, para se deitar o herbicida ou para se caminhar por eremitérios que se vão erguendo a pouco e pouco, apesar de alguma actividade remanescente persistir susceptível de minguar por contradições intrínsecas e extrínsecas a atenuar.
Fotografia e notas de Carlos Sambade
Preservar as nossas coisas enquadradas na inconfundível paisagem que (ainda) nos rodeia
Aos amigos de Baco de Mós
António Manuel Soeiro, o ti Soeiras era um deles: gostava do vinho e, como tal, frequentemente, não lhe resistia. Esta fotografia foi tirada há cerca de vinte anos por António Óscar Sambade, em Mós.
Eis pequenos excertos que a memória retém dos seus mansos ditos:
Sai a quem é torto
Viva o sol em brasa
Quem tem massa vai ao Porto
Quem a não tem fica em casa
(baixinho: assim me acontece a mim).
- Bom bardino rachado (possivelmente um trocadilho de Bernardino Machado, ilustre republicano da sua mocidade)
- Ala para Vila d'Ala (aldeia do planalto mirandês)
Etc, etc.
Valia a pena compilar e dar à luz a memória dos ditos e do romanceiro em versão local.
Pequeno(s) tesouro(s) de Mós, a manter
Neste caso, eis a flor da carqueja colhida sem se dar cabo da planta, nesta primavera.
Dá uma bela infusão para todo o ano e faz bem a tudo se tomada com moderação.
Algumas das flores ficaram obviamente lá, na planta, para as abelhas e para a natureza em geral. Os olhos também comem.
Temos uma nova Queijeira...
Amigos Mozeiros, lá fui passar a Páscoa á nossa Linda Mós com a minha mulher e a minha filha, e lá revi mais uma vez os amigos que nunca esqueçemos, embora por vezes se passem meses e até anos desde o último encontro.
O Paulo, o Augusto, o Zé, o Ilídio, o Carlos Jorge, o Belmiro,...enfim e tantos outros que não vou enumerá-los a todos.
Este ano tive a imensa alegria de ter ido dar um passeio até ao fundo da Costa, e ver a "pressa" com que corria o ribeiro, que já alguns anos me habituara a ver seco. O chilrear dos pássaros e o som da água, davam uma sensação de pureza e liberdade que só lá estando se consegue perceber.
O frio, era o do costume, pois mesmo com a graça duns raios de sol, só se conseguia estar dentro de casa com o lume aceso.
A "bola" de carne estava "de se comer e chorar por mais".
Para culmirar todas estas sensações de liberdade, de paz e de felicidade, ainda houve tempo para a minha filha Rita experimentar a sensação de fazer uns belos queijos e requeijões com a avó Balbina, minha mãe.
Um abraço.
Varandas e Janelas
São várias as varandas trabalhadas a granito, como a que vemos a seguir, destaco também a pequena janela, também ela constituída por blocos de granitoRead more...
































