Aos amigos de Baco de Mós
António Manuel Soeiro, o ti Soeiras era um deles: gostava do vinho e, como tal, frequentemente, não lhe resistia. Esta fotografia foi tirada há cerca de vinte anos por António Óscar Sambade, em Mós.
Eis pequenos excertos que a memória retém dos seus mansos ditos:
Sai a quem é torto
Viva o sol em brasa
Quem tem massa vai ao Porto
Quem a não tem fica em casa
(baixinho: assim me acontece a mim).
- Bom bardino rachado (possivelmente um trocadilho de Bernardino Machado, ilustre republicano da sua mocidade)
- Ala para Vila d'Ala (aldeia do planalto mirandês)
Etc, etc.
Valia a pena compilar e dar à luz a memória dos ditos e do romanceiro em versão local.
































