Montarias - Mós - 14 de Fevereiro de 2010
Montaria 14 de Fevereiro de 2010 - Autor:-(Associação de Caçadores de Mós - 17 Javalis) |
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Programa Festividades - Amendoeira em Flor - Torre de Moncorvo
Torre de Moncorvo - Festividades Amendoeira em Flor |
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Programa Festas Amendoeiras em Flor - 2009 - Torre de Moncorvo



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«Plantai árvores»
Houve um tempo em que em Mós
havia sombras de vetustas árvores que entretanto
ou secaram ou foram deitadas abaixo.
À beira do caminho se situavam,
logo ao chegar,
no apeadeiro do comboio ou no entroncamento
das estradas se vislumbravam claramente.
Também ao «pinhal do pacheco» no caminho
havia um enorme castanheiro
mesmo à beira da estrada, agora nada, nem à sobreira grande.
Outras árvores se não criaram
ou devido às grandes estiagens
ou devido a desleixo ou desvalorização generalizada
por parte dos principais actores.
Todos nós e a cada momento que se ajeite
vamos este ano plantar árvores de sombra
com resguardo
à beira dos caminhos,
que tem chovido e a terra está em condições,
favorável como nunca esteve
de há décadas a esta parte.
(a Câmara e a Junta que forneçam a semente e indiquem em parte
o sítio, s. f. f.). No dia 19 ou no dia da entrada da primavera.
Memória do Passado
Presentemente, tal como no passado, todos os Moseiros confrontam-se com o conceito de memória numa perspectiva de definição entre aspectos distintos e que à partida parecem simples de ajuizar mas que realmente, continuam a confundir, cada vez mais é difícil recordar o passado, continuando a pensar apenas no futuro.
A memória, é a sustentação da nossa sanidade mental, quando o exercício da nossa memória começa a falhar, deixando-nos incapazes quer no raciocínio pontual, quer na recordação de factos ou acontecimentos que nos marcaram.
A memória é um bem pessoal bem como colectivo, consoante a vertente de análise (somos humanos e cada um de nós é parte e património da humanidade) e, por isso, ao ser assumida como tal, serve para suportar a tese de que cada um deve pensar pela sua própria cabeça, sendo ela (memória), a memória ressalva, as disfunções causadas pelos abusos característicos da maldade humana.
A abordagem que faço tem a ver com os jogos de influências, a preservação das memórias colectivas tendem, nos dias que correm, a ser alvos da ira dos déspotas, ditadores e malfeitores, criminosos, a valorização e salvaguarda das memórias , são sempre de grande utilidade para a elaboração de registos históricos de interesse geral (local/nacional).
A maioria das vezes e, por desconhecimento também, interligam-se os conceitos do acto de esquecer o passado, políticos demagogos, cidadãos manipulados e comprometidos com os regimes e governos, num oportunismo já de si característico, ao esquecimento do passado, deveremos alertar a Justiça para casos de crimes identificados como tal, mutilar ou transformar a maior riqueza de uma memória patrimonial é crime.
Aqueles que pedem para que se esqueça o passado, são favoráveis à maioria dos políticos e governantes, apela-se ao esquecimento do passado e os criminosos continuem impunes e, consequentemente, cada vez mais repetitivos nas suas acções criminosas.
Apela-se ao esquecimento do passado, mas só do passado que convém e quando convém.
Conseguirão apagar toda a memória, não o permitiremos e é por isso que continuamos e continuaremos a trabalhar, deixando registos desses actos criminosos ao mundo cibernauta.
Autor:-C.do Mundo-Jornalista
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