FREGUESIA DE MÓS - ANTIGA VILA MEDIEVAL - [NO INTERIOR TRANSMONTANO - VISITE]

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Mós -  Antiga Vila Medieval

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Perspectiva

Fotografia da Igreja de Santa Maria, perspectivando a amendoeira, numa ligação harmoniosa entre Património e Natureza, é isto que Mós tem de mais valioso, aliado à simpatia e hospitalidade das suas gentes.

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Mós - Aldeia Histórica

MÓS ALDEIA HISTÓRICA

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Doentes de Moncorvo já não necessitam de ser transferidos



CLICAR NA IMAGEM PARA TER ACESSO À NOTÍCIA - EDITORIAL TERRA QUENTE


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Montaria - Carviçais - Torre de Moncorvo

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Festas da Flor da Amendoeira - Torre de Moncorvo 2010 - Fevereiro e Março

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MONTARIAS - MÓS - 2010


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Joana Rios - Espectáculo ao vivo - Torre de Moncorvo

No dia 15 de Janeiro Joana Rios fará a apresentação do seu terceiro CD, “3 Desejos”, no Cine Teatro de Torre de Moncorvo, onde dará um espectáculo ao vivo.
É acompanhada por Filipe Raposo (piano, Fender Rhodes e acordeão), Carlos Miguel (bateria e percussões), António Quintino (contrabaixo), João Carlos (trompa), Catarina Anacleto (violoncelo), Rodolfo Neves (trompete e flugel) e Lars Arens (trombone e eufónio).


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Um Olhar Sobre Mós

Cruzeiro, perto da Igreja de Santa Maria


Amendoeiras, junto às Ruínas do Castelo de Mós

Castelo de Mós

Panorâmica de Mós

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Limpar Portugal - Torre de Moncorvo (AJM)



INFORMAÇÕES - CLICAR NA IMAGEM

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FESTAS MÓS - 2009

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Dente de javali


(feriu aquele cão, apesar de ser velho, pela corpulência e neste caso pelo dente)

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cão mordido por javali


(e a ser cosido na rua, junto à garagem do sr. Vitorino)

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Navegando1

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Navegando2

Inicia-se um Novo Ano, que é uma convenção, tal como andar, girar ao volante, pela direita, em estrada ou arruamento público (nacional, municipal e até, talvez, no caminho vicinal) ou privado (acessos, entrada e saída de parques de estacionamento das grandes superfícies, por exemplo), sendo certo, porém, que o volante é à esquerda, no habitáculo do veículo, a não ser em casos hoje muito raros, designadamente de carros que vieram de Moçambique, nos anos 70 do século XX, ou de algum país de influência cultural inglesa. À esquerda, à direita se situa também se não o exercício da cidadania pelo menos o que disso reste, já que o centro é frequentemente uma zona ou instável, ou pelo contrário, demasiado estabilizada para que chame atenções fortes, ventos que levem para lugares devidos – que sempre os há - o que se depositou e já quase nada acrescenta. Sucede porém que esquerda e direita se travestem e, vistas bem as coisas, por vezes a gente desanima por não saber onde está nem com quem anda.

Este é o nosso tempo, dos que vão atrasados, dos que vão adiantados. Dos que saíram e, com mais ou menos frequência, voltam se não às suas origens verdadeiras, pelo menos às dos seus mais directos, reforçando de certo modo, o originário confluir de tempos e lugares, sim, que quem sai por tempos largos para espaços tidos também como grandes – as cidades – deixa de ser o mesmo, já que, caldeado por outras urbanidades e urbaneidades, recai sobre si o mito do migrante, o qual arranca sempre uma parte de nós para, no seu lugar, outra se instalar, numa espécie de enxertia destinada a dar melhores frutos mas que nem sempre os fornece abertamente em poiso certo.
Estamos longe, estamos perto. Não sabemos muita coisa, em termos modernos, matemáticos, que o conhecimento acumulado pela humanidade, só nos últimos trinta anos, com a mão de Deus e os tentáculos do Diabo sempre presentes até perante os menos crentes, já que somos as mais das vezes conduzidos, o conhecimento é tanto que não o podemos abarcar e, por isso, estamos condenados a ser sempre ignorantes acerca de alguma coisa, o que não nos deve preocupar mas antes tranquilizar e enriquecer de sentimento humano.
Qual a área da nossa aldeia, ou melhor, da freguesia, em hectares, por exemplo? É uma coisa acessível ao estudante local. Quantos prédios rústicos comporta? Mil? Dez mil?
E qual – agora sim, também – a área urbana, da aldeia propriamente dita, em termos de plano director municipal, incluindo os braços que se vão estendendo para os lados da escola nova e da pouca dura que teve, bem como para os Lagarinhos, os Palheirinhos, a Portela?
Quantos fogos há, quantos habitantes, ano a ano, desde 1960 até 2010, que a demografia sempre foi coisa dinâmica, mesmo parados contamos ou somos contados (que cantoria é só para alguns especificamente dotados, com bom ouvido mas sem ser para escutas inconvenientes ou indiscretas)?
Se pudermos traduzir as coisas por palavras justas, assentes em dados fiáveis mais que em propaganda, tendemos aposicionar a coluna vertebral mais direita e acabaremos por nosentendemos, a médio prazo, por certo, melhor uns aos outros, já que passamos a assentar as nossas ideias em plataformas mais consistentes do que aquelas que , há uns anos a esta parte, vão caracterizando o pensamento dominante que, sem o querermos ou cuidarmos de saber mais afundo, nos vai desgastando, desanimando exactamente a partir do auge da festa e da comemoração. Não há encanto sem desencanto, e o contrário também é verdadeiro. Tudo flui.
O que é perto, o que é longe? Se andarmos 10 Kms por estradão de terra nem sempre muito batida, no termo de Mós, se tivermos lá um prédio de10 hectares, por exemplo, alguém nos vai referir, particular, oficial ou oficiosamente que isso não vale nada, quase nada. Até o próprio Estado está a alinhar por esta bitola, o que, diga-se, tem a vantagem de aliviar os impostos que, são, hoje, sobre os prédios rústicos, irrisórios, dando bem a medida, só por si, do estado de abandono a que as coisas vão chegando, ratificado, assim, de alguma maneira, pelo poder político. E no entanto, gerações e gerações de antepassados se encontraram e se perderam por aquelas paragens e espaços largos e fundos hoje tão abandonados, deixados para lá ao javali que, se não me engano, também já foi chão que dão uvas, ao ponto a que as coisas vão sendo levadas, arrastadas na base de outros poderosos predadores além do bicho em si mesmo e cuja face é oculta. Veremos, a seu tempo, que o tempo tudo indica, basta ter calma e esperar que o vector principal se erga parecendo que ninguém o escolheu ou beliscou.
O que é perto, o que é longe? Hoje em dia o Pocinho devia ser perto, que diabo, são 30 Kms, num instante se chega lá, aquilo funciona, há uns anos a esta parte, para barcos de recreio, com local apropriado para os ancorar, mas, que se saiba, ninguém da nossa terra se virou para ali, já quase nem se vai ao Pocinho, até porque o transporte ferroviário levou uma machadada dada por um Governo de Portugal, já nos anos 80 do século XX, nestas paragens, para nunca mais ser o mesmo, quanto mais poder vir a melhorar, voltar. Resta, então, o rio, os rios: Douro e Sabor. As nossas ribeiras pendem para o Douro mas nós temos estado muito de costas voltadas para a água. Aliás, nem água de jeito temos tido.
Portugal país de navegantes? Sim, pois, por vezes nem tanto.
Esta fotografia, que se espera inserir por aqui, foi tirada pelo autor deste texto em Dezembro de 2009, no Pocinho, e nela se vê um veículo sobre a água daquele que parece ser o primeiro moseiro que pretende valorizar este aspecto, a que se vem aludindo, de modo relativamente dedicado, como se impõe. Sem dedicação e espírito de abertuta, exorcismando as pequenas questiúnculas que eventualmente atrapalhem, não há a mínima hipótese de olharmos para a nossa região enquanto possibilidade de progresso integrado adaptado às circunstâncias do nosso tempo e do tempo que nos é dado viver. Não basta dedicação. É preciso também rasgo, ver mais longe, sem megalomania, que então seria ainda pior, pelos estragos que daí adviessem. Não basta dedicação, a experiência o ensina.
Desejo um Bom Ano de 2010 para todos e remeto, por esta via, os agradecimentos a quem me acabe de convidar a participar neste blogue, que talvez não conheça pessoalmente, não sei verdadeiramente quem é, calculo e, no caso presente, isso me basta, por ora, porquanto já vinha dando uma espreitadela nesta parte ínfima porém para alguns de nós importante da internet.

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Editoriais - Torre de Moncorvo







  • TORRE DE MONCORVO IN BLOG
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    Interrompida linha do Douro entre Tua e Pocinho

    ÚLTIMA HORA - 26/12/2009 - LINHA DO DOURO - CIRCULAÇÃO ENTRE TUA E POCINHO SUSPENSA - SERVIÇO EFECTUADO DE AUTOCARRO


    A linha ferroviária do Douro está interrompida entre o Tua e o Pocinho. Uma barreira de pedra abateu-se sobre a linha devido ao mau tempo. Segundo a REFER o restabelecimento da circulação vai demorar vários dias. Entretanto, a REFER já colocou autocarros à disposição dos utentes


    A linha ferroviária do Douro entre o Tua e o Pocinho está interrompida desde sexta-feira devido à queda de pedras, não havendo ainda previsão sobre o restabelecimento da circulação, avançou a REFER.

    Segundo o porta-voz da REFER, "sexta-feira caiu uma barreira de pedras enormes que estão a obstruir a linha, obrigando à interrupção da circulação entre o Tua e Pocinho".

    A REFER ainda não sabe quando é que a circulação vai ser retomada, mas segundo José Santos Lopes "os trabalhos vão demorar vários dias".

    Enquanto a circulação estiver interrompida, a ligação entre o Tua e o Pocinho é feita através de transporte rodoviário colocado à disposição dos utentes.



    DiáriodeNotícias

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    Qualidade da Água - Mós - Resultados 3.º Trimestre

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    Qualidade da Água - Concelho de Torre de Moncorvo - Resultados 3.º Trimestre

    Analise Qualidade Agua - 3º Trimestre 2009 - CONCELHO DE TORRE DE MONCORVO

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    Recordar - Paisagem - Minas - Cabeço da Mua - Ferrominas



    CARVALHAL - FELGAR - TORRE DE MONCORVO - ANTIGAS MINAS DE FERRO





    AUTOR:-CDOMUNDO

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    O Forno da Polémica




    Torre de Moncorvo: Forno fechado à chave causa polémica



    A coligação autárquica PSD-CDS/PP está contra uma decisão da junta de freguesia de Mós, no concelho de Torre de Moncorvo, relacionada com o fecho à chave do forno comunitário da aldeia.
    Segundo um comunicado daquela coligação a junta de freguesia ordenou que o forno público, em funcionamento há cerca de 18 anos, fosse fechado à chave, “pela primeira vez”, frisam os elementos da coligação PSD-CDS/PP.O forno estava disponível para toda a população utilizar, mediante o regime de “self service”, em que cada utente depois de utilizar, limpava e trancava a porta, “nunca existindo qualquer chave da porta, uma vez que no interior do forno não existe qualquer equipamento, apenas o forno a lenha construído em barro que para o demover torna-se necessário uma retroescavadora”, explicou a coligação.
    Os responsáveis do PSD-CDS/PP adiantaram a O INFORMATIVO que actualmente, quem mais utiliza este forno é uma residente naquela freguesia que por coincidência tem um filho que foi candidato ao executivo da Junta, na lista da oposição, isto pelo PSD-CDS/PP. “A maior questão não é fechar a porta de entrada do forno público. Pensamos tratar-se de uma vingança eleitoral porque, segundo se consta, o Sr. Presidente de Junta ameaçou tomar esta atitude. Até achámos tolerável este acto, desde que a chave estivesse à disposição de toda a população na sede da Junta de Freguesia”, prosseguem. A coligação acusa ainda a autarquia de ter depositado a chave numa casa comercial que é concorrente da citada utente do forno. “Resumindo, quem quiser utilizar o forno público de Mós, terá que dirigir-se à citada casa comercial, eventualmente sujeitar-se aos horários desta casa (não se pode fabricar pão nem fazer assados a qualquer hora) e mentalizar-se que “se queres cozer ou fazer assados” tens que, obrigatoriamente bater àquela porta”.





    O INFORMATIVO contactou o presidente da junta de Mós, Paulo Bento, que remeteu um comunicado à redacção, o mesmo que foi afixado na freguesia, onde refere que por motivos de segurança mandou colocar um fecho novo na porta do forno público e que as chaves se encontram em casa do tesoureiro da junta, Belmiro Augusto Gouveia.




    [Fonte:-O INFORMATIVO]Escrito por Glória Lopes
    Segunda, 21 Dezembro 2009

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    FREGUESIA DE MÓS - ANTIGA VILA MEDIEVAL

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