cão mordido por javali

(e a ser cosido na rua, junto à garagem do sr. Vitorino)
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5160-298 Torre de Moncorvo
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Telefone 279 258 280
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Email:
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Câmara Municipal de Torre de Moncorvo
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Bombeiros Voluntários de Torre de Moncorvo
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Guarda Nacional Republicana
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Museu do Ferro e da Região de Moncorvo
279 252 724
Cine-teatro 279 252 364
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Centro de Saúde
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Farmácias
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Farmácia Central
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Farmácia Martins
279 254 151

(e a ser cosido na rua, junto à garagem do sr. Vitorino)
Inicia-se um Novo Ano, que é uma convenção, tal como andar, girar ao volante, pela direita, em estrada ou arruamento público (nacional, municipal e até, talvez, no caminho vicinal) ou privado (acessos, entrada e saída de parques de estacionamento das grandes superfícies, por exemplo), sendo certo, porém, que o volante é à esquerda, no habitáculo do veículo, a não ser em casos hoje muito raros, designadamente de carros que vieram de Moçambique, nos anos 70 do século XX, ou de algum país de influência cultural inglesa. À esquerda, à direita se situa também se não o exercício da cidadania pelo menos o que disso reste, já que o centro é frequentemente uma zona ou instável, ou pelo contrário, demasiado estabilizada para que chame atenções fortes, ventos que levem para lugares devidos – que sempre os há - o que se depositou e já quase nada acrescenta. Sucede porém que esquerda e direita se travestem e, vistas bem as coisas, por vezes a gente desanima por não saber onde está nem com quem anda.
Este é o nosso tempo, dos que vão atrasados, dos que vão adiantados. Dos que saíram e, com mais ou menos frequência, voltam se não às suas origens verdadeiras, pelo menos às dos seus mais directos, reforçando de certo modo, o originário confluir de tempos e lugares, sim, que quem sai por tempos largos para espaços tidos também como grandes – as cidades – deixa de ser o mesmo, já que, caldeado por outras urbanidades e urbaneidades, recai sobre si o mito do migrante, o qual arranca sempre uma parte de nós para, no seu lugar, outra se instalar, numa espécie de enxertia destinada a dar melhores frutos mas que nem sempre os fornece abertamente em poiso certo.
Estamos longe, estamos perto. Não sabemos muita coisa, em termos modernos, matemáticos, que o conhecimento acumulado pela humanidade, só nos últimos trinta anos, com a mão de Deus e os tentáculos do Diabo sempre presentes até perante os menos crentes, já que somos as mais das vezes conduzidos, o conhecimento é tanto que não o podemos abarcar e, por isso, estamos condenados a ser sempre ignorantes acerca de alguma coisa, o que não nos deve preocupar mas antes tranquilizar e enriquecer de sentimento humano.
Qual a área da nossa aldeia, ou melhor, da freguesia, em hectares, por exemplo? É uma coisa acessível ao estudante local. Quantos prédios rústicos comporta? Mil? Dez mil?
E qual – agora sim, também – a área urbana, da aldeia propriamente dita, em termos de plano director municipal, incluindo os braços que se vão estendendo para os lados da escola nova e da pouca dura que teve, bem como para os Lagarinhos, os Palheirinhos, a Portela?
Quantos fogos há, quantos habitantes, ano a ano, desde 1960 até 2010, que a demografia sempre foi coisa dinâmica, mesmo parados contamos ou somos contados (que cantoria é só para alguns especificamente dotados, com bom ouvido mas sem ser para escutas inconvenientes ou indiscretas)?
Se pudermos traduzir as coisas por palavras justas, assentes em dados fiáveis mais que em propaganda, tendemos aposicionar a coluna vertebral mais direita e acabaremos por nosentendemos, a médio prazo, por certo, melhor uns aos outros, já que passamos a assentar as nossas ideias em plataformas mais consistentes do que aquelas que , há uns anos a esta parte, vão caracterizando o pensamento dominante que, sem o querermos ou cuidarmos de saber mais afundo, nos vai desgastando, desanimando exactamente a partir do auge da festa e da comemoração. Não há encanto sem desencanto, e o contrário também é verdadeiro. Tudo flui.
O que é perto, o que é longe? Se andarmos 10 Kms por estradão de terra nem sempre muito batida, no termo de Mós, se tivermos lá um prédio de10 hectares, por exemplo, alguém nos vai referir, particular, oficial ou oficiosamente que isso não vale nada, quase nada. Até o próprio Estado está a alinhar por esta bitola, o que, diga-se, tem a vantagem de aliviar os impostos que, são, hoje, sobre os prédios rústicos, irrisórios, dando bem a medida, só por si, do estado de abandono a que as coisas vão chegando, ratificado, assim, de alguma maneira, pelo poder político. E no entanto, gerações e gerações de antepassados se encontraram e se perderam por aquelas paragens e espaços largos e fundos hoje tão abandonados, deixados para lá ao javali que, se não me engano, também já foi chão que dão uvas, ao ponto a que as coisas vão sendo levadas, arrastadas na base de outros poderosos predadores além do bicho em si mesmo e cuja face é oculta. Veremos, a seu tempo, que o tempo tudo indica, basta ter calma e esperar que o vector principal se erga parecendo que ninguém o escolheu ou beliscou.
O que é perto, o que é longe? Hoje em dia o Pocinho devia ser perto, que diabo, são 30 Kms, num instante se chega lá, aquilo funciona, há uns anos a esta parte, para barcos de recreio, com local apropriado para os ancorar, mas, que se saiba, ninguém da nossa terra se virou para ali, já quase nem se vai ao Pocinho, até porque o transporte ferroviário levou uma machadada dada por um Governo de Portugal, já nos anos 80 do século XX, nestas paragens, para nunca mais ser o mesmo, quanto mais poder vir a melhorar, voltar. Resta, então, o rio, os rios: Douro e Sabor. As nossas ribeiras pendem para o Douro mas nós temos estado muito de costas voltadas para a água. Aliás, nem água de jeito temos tido.
Portugal país de navegantes? Sim, pois, por vezes nem tanto.
Esta fotografia, que se espera inserir por aqui, foi tirada pelo autor deste texto em Dezembro de 2009, no Pocinho, e nela se vê um veículo sobre a água daquele que parece ser o primeiro moseiro que pretende valorizar este aspecto, a que se vem aludindo, de modo relativamente dedicado, como se impõe. Sem dedicação e espírito de abertuta, exorcismando as pequenas questiúnculas que eventualmente atrapalhem, não há a mínima hipótese de olharmos para a nossa região enquanto possibilidade de progresso integrado adaptado às circunstâncias do nosso tempo e do tempo que nos é dado viver. Não basta dedicação. É preciso também rasgo, ver mais longe, sem megalomania, que então seria ainda pior, pelos estragos que daí adviessem. Não basta dedicação, a experiência o ensina.
Desejo um Bom Ano de 2010 para todos e remeto, por esta via, os agradecimentos a quem me acabe de convidar a participar neste blogue, que talvez não conheça pessoalmente, não sei verdadeiramente quem é, calculo e, no caso presente, isso me basta, por ora, porquanto já vinha dando uma espreitadela nesta parte ínfima porém para alguns de nós importante da internet.
A linha ferroviária do Douro está interrompida entre o Tua e o Pocinho. Uma barreira de pedra abateu-se sobre a linha devido ao mau tempo. Segundo a REFER o restabelecimento da circulação vai demorar vários dias. Entretanto, a REFER já colocou autocarros à disposição dos utentes
A linha ferroviária do Douro entre o Tua e o Pocinho está interrompida desde sexta-feira devido à queda de pedras, não havendo ainda previsão sobre o restabelecimento da circulação, avançou a REFER.
Segundo o porta-voz da REFER, "sexta-feira caiu uma barreira de pedras enormes que estão a obstruir a linha, obrigando à interrupção da circulação entre o Tua e Pocinho".
A REFER ainda não sabe quando é que a circulação vai ser retomada, mas segundo José Santos Lopes "os trabalhos vão demorar vários dias".
Enquanto a circulação estiver interrompida, a ligação entre o Tua e o Pocinho é feita através de transporte rodoviário colocado à disposição dos utentes.
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A coligação autárquica PSD-CDS/PP está contra uma decisão da junta de freguesia de Mós, no concelho de Torre de Moncorvo, relacionada com o fecho à chave do forno comunitário da aldeia. |
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O INFORMATIVO contactou o presidente da junta de Mós, Paulo Bento, que remeteu um comunicado à redacção, o mesmo que foi afixado na freguesia, onde refere que por motivos de segurança mandou colocar um fecho novo na porta do forno público e que as chaves se encontram em casa do tesoureiro da junta, Belmiro Augusto Gouveia. |
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Segunda, 21 Dezembro 2009 |
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Centro de Memória guarda passado de toda a região e alberga espólios de ilustres moncorvenses
O espólio do professor Santos Júnior e do embaixador Armando Janeira, documentação, material etnográfico, arqueológico, e tudo aquilo que diz respeito ao passado e às memórias do concelho de Torre de Moncorvo podem agora ser consultados no novo equipamento cultural, inaugurado este sábado, o Centro de Memória. Situado no centro histórico da vila, interligado por um pátio interior à Biblioteca Municipal, o Centro de Memória foi criado com vista a “completar o pólo cultural cuja âncora é a Biblioteca, em associação com o arquivo histórico e o arquivo municipal”, apontou o presidente da autarquia municipal, Aires Ferreira. Orçado em mais de 400 mil euros, o espaço, ao invés de se encontrar separado sectorialmente, une antes todo um espólio funcionando como memória de Moncorvo, mas não só, como “memória do passado através do passado dos moncorvenses ilustres”, sublinhou Aires Ferreira. Destinado ao público em geral e também a investigadores, o Centro de Memória acolhe, até ao final do mês a exposição “Memórias de Fé”, dedicada à arte sacra, e uma exposição retrospectiva sobre o próprio equipamento cultural. O espaço está aberto todos os fins-de-semana, até ao final de Março. Durante a semana pode ser visitado por qualquer pessoa que se dirija à Biblioteca Municipal.
| TORRE DE MONCORVO - EXPOSIÇÃO "PRESÉ-PIOS [PRESÉPIOS ECOLÓGICOS] MUSEU DO FERRO DIA 19 DE DEZEMBRO PELAS 15:30H |
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Espanha quer teleférico no Penedo Durão
Construir um teleférico entre as margens durienses de Penedo Durão, no concelho de Freixo de Espada à Cinta, e Peña la Vela, em Hinojosa de Duero (Espanha) é um dos projectos previstos no «Cúpulas del Duero».
Este programa castelhano propõe, ainda, a criação de uma nova ligação entre Espanha e Portugal, através da construção de uma ponte em Mazouco, no concelho de Freixo de Espada à Cinta, bem como a recuperação do troço ferroviário entre La Fuente de San Esteban e Barca d Alva, para fins turísticos.
Estas são, apenas, algumas das propostas integradas no projecto «Cúpulas del Duero» que defende, ainda, a aquisição de um barco, que ficaria sedeado em Vega Terrón, para a realização de cruzeiros ao longo do rio Douro e a dinamização dos que já existem. A partir desta proposta, os turistas poderão, também, visitar as barragens e respectivas centrais eléctricas de Saucelle, Aldadávila e Almendra: esta última é a maior bacia do Douro e faz o aproveitamento do rio Tormes (Espanha), tendo criado um imenso espelho de água.
Com a implementação das várias medidas do programa «Cúpulas del Duero» pretende-se fomentar a criação de diversos postos de trabalho e combater a desertificação das regiões durienses, bem como impulsionar a recuperação do centro histórico de algumas localidades.
A valorização de recursos únicos da raia, como a linha ferroviária Fuente de S. Esteban – Barca d Alva, o rio Douro, monumentos históricos e o Parque Natural das Arribas são outras medidas integradas no projecto espanhol.
Em Portugal já foi assinado um protocolo de intenções para reabilitar a linha do Douro, entre Pocinho e Barca dAlva
Integrado por Toro, Valbuena e as arribas durienses (Espanha), o projecto «Cúpulas del Duero», com abrangência transnacional, mas de cariz regional, visa promover actividades de desenvolvimento e promoção associadas ao rio Douro em diversas localidades.
O «Cúpulas del Duero» baseia-se, assim, na análise das potencialidades durienses, como recursos hídricos e ambiental, potencial energético, riqueza patrimonial e cultural, bem como a qualidade de determinados produtos.
Este é, por isso, o primeiro passo para a posterior elaboração de um programa transfronteiriço implementado em parceria com o Norte de Portugal, com vista à angariação de fundos comunitários.
O conjunto de projectos em que se inclui o teleférico entre Hinojosa de Duero e o Penedo Durão foram apresentados à Junta de Castilla y León pelas seguintes entidades: Associación de Empresarios de El Abadengo, Associación de Empresarios de Ciudad Rodrigo, Associación de Empresarios de Vitigudino e Cámara de Comercio de Salamanca.
Recorde-se que do lado português também está a ser estudada a reabertura da linha do Douro entre o Pocinho e a fronteira.
25 milhões de euros é o investimento prometido pelo Governo, caso o acordo celebrado a REFER, CP, CCDRN, Estrutura de Missão do Douro e Instituto Portuário e dos Transportes Marítimos passe à prática.
A Câmara Municipal de Vila Nova de Foz Côa é uma das entidades que acredita no protocolo de intenções, mas lembra que é necessário dar continuidade à linha até Salamanca, tal como defende, há vários anos, o alcalde de Hinojosa de Duero.
A par do investimento público, o futuro da ferrovia pode passar por parcerias com as autarquias locais e com investidores privados, para rentabilizar a linha em pleno.
A revitalização do troço ferroviário até Barca dAlva está associada ao projecto Douro Navegável. Nesta fase Vão ser investidos 2,5 milhões de euros na requalificação do cais do Pocinho para melhorar as acessibilidades e facilitar a venda da marca “Douro”, cativando os turistas a visitar esta zona, que é Património da Humanidade.
| NOTÍCAS DO NORDESTE - INFORMAÇÃO |
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Já é do conhecimento público que Belmiro de Azevedo, o "patrão" da Sonae, está a investir na plantação de pomares no vale das Vilariça. A riqueza agrícola deste vale, agora ainda mais valorizado pelo sistema de rega das barragens recentemente construídas, está a aguçar o apetite de grandes investidores.
Uma das empresas da holding privada de Belmiro de Azevedo vai fazer uma plantação de árvores de fruto que poderá atingir os quarenta hectares.
A Prosa- Produtos e Serviços Agrícolas, uma empresa da holding do "patrão" da Sonae, , com sede no Marco de Canaveses é e vai ser a responsável pelo investimento. Esta empresa já se dedica actualmente ao comércio de frutas e de produtos hortícolas.
Os produtos agrícolas do vale da Vilariça sempre foram cobiçados pelas grandes cadeias de distribuição alimentar, mas agora são as grandes empresas que se começam a instalar no local.
Os agricultores naturais vêem o processo com alguma preocupação, continuando alguns deles a insistir nas técnicas e nos métodos de produção mais tradicionais e já um pouco antiquados.
A entrada das grandes cadeias de distribuição de produtos hortícolas e frutícolas no vale poderá alterar as relações económicas até há pouco estabelecidas, podendo ser completamente alterado e desvirtuado todo o processo de produção e distribuição local, facto que poderá também acarretar algumas consequências económicas para as famílias de pequenos e médios produtores autóctones.
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| TORRE DE MONCORVO - FREGUESIA DE MAÇORES 14/15 DE NOVEMBRO - SÃO MARTINHO |
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