FREGUESIA DE MÓS - ANTIGA VILA MEDIEVAL - [NO INTERIOR TRANSMONTANO - VISITE]

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Mós -  Antiga Vila Medieval

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SANTUÁRIO DE SANTA BÁRBARA - MÓS

À COMISSÃO DE FESTAS DE 2009 - SOLICITA-SE A DIVULGAÇÃO DO EVENTO - ROMARIA DE SANTA BÁRBARA - INFORMAÇÕES PODEM SER ENVIADAS VIA EMAIL PARA O ADMINISTRADOR DO BLOG- OBRIGADO



Festa de Santa Bárbara - Último Fim de semana de Agosto em Mós. Santa Bárbara é Padroeira e Protectora das colheitas. Ela protege os campos das trovoadas na altura das colheitas. Quando havia fortes trovoadas que podiam estragar as colheitas rezava-se: “Santa Bárbara bendita, que no céu estais escrita, com papel e água benta , livrai-nos desta tormenta”.



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Época Venatória 2009-2010 Condições de Candidatura e Exercício da Caça em ZCM Mós

As inscrições para Época Venatória 2009-2010 já começaram



Condicoes de candidatura e de exercicio da caça em ZCM Mós 2009-2010

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MÓS EM IMAGENS

A todos os que acompanham este blogue, agradeço a simpatia e amabilidade com que por aqui passam e comentam.

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EXPOSIÇÃO - TORRE DE MONCORVO

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OLHARES


MÓS - OLHARES


AUTOR:- MARCO DEUS



Como meu primeiro contributo no blogue, posto estas fotografias estavam escondidas no arquivo, saltam agora do anonimato para que possam apreciar, espero que gostem.









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ALHEIRAS MÓS

GASTRONOMIA - MÓS - ALHEIRAS DE MÓS


AUTOR:- MANUEL ÁLVARO


Alheiras de Mós - Receita Alheiras de Mós - Receita BLOG MOS
PARA CONSULTAR A RECEITA - MUDE A PÁGINA EM NEXT PAGE

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FESTAS 2008 - SANTA BÁRBARA - MÓS

MÓS - FESTAS DE SANTA BÁRBARA 2008 - CHEGADA DA BANDA DE MÚSICA


AUTOR:- MANUEL ÁLVARO



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SANTUÁRIO DE SANTA BÁRBARA

SANTUÁRIO - CAPELA DE SANTA BÁRBARA - MÓS


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Igreja Santa Maria

MÓS - IGREJA DE SANTA MARIA - ENTRADA PRINCIPAL


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Apresentação Torre de Moncorvo Convite

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BLOG DE MÓS - ANTIGA VILA MEDIEVAL

1.º ANO NA WEB - OBRIGADO POR NOS VISITAR - 7400 VISITANTES NUM ANO

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IGREJA DE SANTA MARIA - MÓS

MÓS - IGREJA DE SANTA MARIA


AUTOR:-LOPES


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RUAS DE MÓS

MÓS - CRUZAMENTO DA RUA DE CIMA E RUA DE BAIXO - OUTEIRO


AUTOR:-LOPES


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AMENDOEIRAS EM FLOR - MÓS

AMENDOEIRAS EM FLOR - MÓS



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GUIA TORRE DE MONCORVO



[FONTE:- GUIAPORTUGAL]

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DESCOBERTAS - EDITORIAL

FOTOGRAFIA AJUDE A DESCOBRIR OS INTERVENIENTES


AUTOR: RUI DE CARVALHO



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MÓS - HISTÓRIA

PELOURINHO DE MÓS


Na descoberta do Pelourinho teremos que agradece ao nosso colaborador e amigo JOSÉ SAMBADE que descobriu num muro algo que poderia ser atribuído a um Pelourinho.
No Concelho de Torre de Moncorvo, foi o único recuperável, ao consultar livros deste evento o Pelourinho, de que fala o Abade de Baçal nas suas "Memórias Arqueológicas-Históricas do Distrito de Bragança" do seguinte modo "... Mós - O Pelourinho desta Antiga Vila, sede de Concelho, hoje estupidamente apeado, mas as suas pedras estavam em 1899 na casa dos herdeiros do Doutor Gabriel, não haverá alma generosa que se compadeça do venerando momumento, lídimo brazão nobilitante da terra, reerguendo-o no primitivo local, em frente da antiga casa da Câmara de Mós..." Hoje convertida em sede da Junta de Freguesia e antiga Escola Primária "...também nos fala de actos de vandalismo que terão destruído o referido Pelourinho...".
No local referido pelo Abade Baçal, data da história de que em 1830 ainda se encontrava de pé, data esta da morte da Rainha CARLOTA JOAQUINA DE BORBON, por cujo luto gastou o Concelho de Mós mil e duzentos réis com que pagou por baeta preta para cobrir o Pelourinho desta Vila de Armas, da Casa da Câmara na ocasião de luto pela morte da Sereníssima senhora Rainha. Toda a sua destruição e segundo os historiadores terá sido acto dos ventos do Liberalismo e com a extinção das Vilas abrangidas pela reforma Administrativa de 1836, pelo Dec-Lei do mesmo ano publicado em 2 de Novembro.









Antiga Vila Medieval situada no nordeste transmontano, Freguesia pertencente ao Concelho de Torre de Moncorvo, próximo da fronteira espanhola “Soucelle”. Mantém uma arquitectura tradicional, desordenada e característica da região, onde predomina o xisto. Preserva na sua essência o que há de mais tradicional na região, a cultura, festividades religiosas, gastronomia, natureza esta com grande diversidade de oferta, e uma boa zona de caça (coelho, lebre, perdiz, javali …), para quem ali vive e a quiser visitar.
Esta localidade, ergue-se pela Ribeira de Mós e a de Santa Marinha, no meio de várias elevações montanhosas como os Montes Forca da Velha, da Lagariça, dos Lagarinhos e da Forca Nova, rodeada de montes, estendem-se as casas do Castelo pela encosta até à fonte românica, onde o ribeiro passa, para subir pela outra encosta oposta.
Freguesia, em tempos antigos foi sede de concelho medieval, com autonomia judicial e pelourinho, sendo por isso considerada como uma povoação bastante antiga.
O Rei D.º Afonso Henriques em 1162 deu-lhe foral e, posteriormente em 1512 recebe novo foral pelo Rei D.º Manuel.
Na época da formação da nacionalidade esta Freguesia teve muita importância devida à sua posição de sentinela sobre as terras da raia espanhola, o que levou a que fosse construído um Castelo, no local existem vestígios dessa mesma construção.
Possui uma grandiosa Igreja Matriz, construída no século XVI, com um interior riquíssimo, altares de talha dourada, pinturas no tecto do altar mor e arcos e púlpito em granito. A fonte de Mós, de provável origem castreja, é uma fonte de mergulho, localizada num espaço rectangular lajeado com cerca de sete metros de comprido por quatro de largo. Acesso à antecâmara é feito por três degraus. Dos dois lados existem bancos corridos de pedra numa extensão de dois metros. A um nível ainda mais inferior existe a fonte, que se abriga sobre um telhado de duas águas de grandes lajes em granito. A profundidade do tanque ronda os 90 cm.
A poucos quilómetros da Freguesia existe uma calçada faria parte da rede viária de Vila Velha de Santa Cruz ou Derruída, o troço que subsiste é um caminho serpenteante com cerca de 700 metros de comprimento, aberto nos sopés de um monte, fazendo uso do próprio relevo. Para evitar a deslocação de terrenos foram colocados na vertical blocos de xisto que hoje estão bastante destruídos.
VILA ANTIGA DE MÓS HISTÓRIA DO SEU POVOAMENTO
HISTÓRIA


Antecedentes, acredita-se que a primitiva ocupação humana desta localidade remonte a um castro da idade do ferro.

O CASTELO MEDIEVAL


Embora não existam maiores informações acerca do seu povoamento inicial, nem da construção do castelo, D.Afonso Henriques (1112 - 1185) concedeu a Carta de Foral a Mós em 1162. O seu filho e sucessor do reino, D.Sancho I (1185 - 1211), de passagem por Trancoso a caminho de Braga, no lugar de Chacim, próximo de MÓS, fez a doação do reguengo de Cilhade aos seus Povoadores, declarando fazê-lo por Deus e pelo bom serviço que havia recebido e esperava continuar a receber do Castelo de Mós. Sob o reinado de Afonso III (11248 - 1279), as inquirições de 1258, relatam que o concelho guardava a terça das dízimas da Igreja de Santa Maria de Mós, destinada à reparação e manutenção do Castelo da Vila. Essa fonte de recursos ainda era utilizada no século seguinte, " O REI D.AFONSO IV 8 1325 - 1357) ATRAVÉS DE UMA CARTA DECLARA QUE O SOBERANO CONCEDIA A TERÇA DA (...) IGREJA DE MÓS A PEDRO DIAS " seu procurador na terras de Bragança, se i muro do dito lugar de Mós fosse acabado, e que de futuro quando comprir " DE SE ADUBAR ESSE MURO EM ALGUMA COUSA, QUE EL O ADUBE PELA RENDA DA DITA E IGREJA (1335)".

EVOLUÇÃO FINAL DA IDADE MÉDIA


No final da Idade Média acentua-se o processo de despovoamento da Vila, em favor de uma povoação vizinha, no termo de Carviçais.No reinado de D.Fernando (1367 - 1385)o soberano concedeu a Torre de Moncorvo, por termo, e os lugares de Mós e de Vilarinho da Castanheira, " UMA VEZ QUE NON SOM TAES QUE SE DEFENDAM NEM POSSAM DEFENDER PO SSY (1372)".Na tentativa de deter o processo, ainda antes de 1450 foi estabelecido um couto de homiziados em Mós, tendo o Concelho solicitado à Coroa novos previlégios a ele relacionados, uma vez que a Vila estava muito desfalecida de e gentes que nela viviam devido às guerras.O Numeramento de 1527 a 1532 refere a Vila encontrava-se cercada, embora essa cerca estivesse danificado alguns trechos, contava nessa altura, apenas com quarenta e três habitantes contra cinquenta e quatro na vizinha localidade de Carviçais, no mesmo termo.Em fins do século XVII, o Padre Carvalho da Costa registrou idêntica situação, "informando que nesta Vila se vè quasi hum aruinado castello com sua cisterna dentro delle, que mostra ser a villa antigamente povoação de mais conta ". Nesta fase, haviam no castelo apenas 90 fogos, enquanto que na vizinha Carviçais, único lugar do termo, contavam-se 250.


DO SÉCULO XIX AOS NOSSOS DIAS



No século XIX, o Concelho de Mós foi extinto, integrado no de Torre de Moncorvo.
Os remanescentes do Castelo encontram-se classificados como Imóvel de Interesse Público por Decreto publicado em 20 de Outubro de 1955. Na década de 1960 parte da muralha medieval ruiu, registrando-se uma construção particular sobre um troço muralhado. Na ocasião, fez-se sentir a intervenção do poder público pela acção da DGEMN, através da reconstrução de um troço da muralha e de obras na zona envolvente (1963). Actualmente restam apenas vestígios de alguns troços de muralha com casas de habitação adossadas. Fora dos muros destacam-se a Igreja de Santa Maria e na praça o pelourinho reconstruído.

CARACTERÍSTICAS DO CASTELO DA VILA ANTIGA DE MÓS


O pequeno castelo apresentava planta com o formato ovalado, em estilo românico.
A muralha, era pedra de xisto miúda, era rasgada a Sul pela porta, comunicando com o arrabalde da vila medieval e os caminhos em direcção a Freixo de Espada à Cinta, Alva, Torre de Moncorvo e Miranda. Intra-muros, a vila estruturava-se em torno da Rua Direita, que definia um eixo Norte-Sul.
Extra-muros foram erguidos a Igreja de Santa Maria e, no lado oposto, fronteiro à porta do Castelo, o largo com a Casa da Câmara e o pelourinho.
O tipo de organização do povoado de Mós revelava padrão semelhante aos povoados de Freixo de Espada à Cinta, Urros e Alva.
Relativamente aos Castelos de Freixo de Espada à Cinta, Urros e Alva, com os quais possui afinidades, o de Mós era o único a possuir a Igreja de Santa Maria implantada no lado oposto ao largo desenvolvido fronteiro à porta principal da cerca.

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GASTRONOMIA CONCELHO

GASTRONOMIA - MÓS - ALHEIRAS DE MÓS


AUTOR:- MANUEL ÁLVARO


Alheiras de Mós - Receita Alheiras de Mós - Receita BLOG MOS
PARA CONSULTAR A RECEITA - MUDE A PÁGINA EM NEXT PAGE


GASTRONOMIA


A gastronomia em tudo o Concelho e variado, encontramos quer na Vila quer nalgumas freguesias. As castanhas assadas, as migas de cavalo cansado, as migas de alho, as migas de espargos, os milhos, as filhoses, salada de Merugens, a salada de beldroegas, de azedas são típicos e já se comem com muita raridade. Pratos confeccionados bem próprios da região, devemos ainda conhecer as favas guisadas com chouriço, as sopas de bacalhau, a caldeirada de cabrito, o cozido à transmontana, a posta grelhada, peixinhos do rio fritos ou de caldeirada, ou a perdiz com castanha e outros tipos de caça. As amêndoas de Moncorvo são únicas. Podem ser comidas sob a forma de peladinhas, torradas ou então cobertas de uma camada de açúcar em ponto, as delícias, as súplicas da terra, as económicas, biscoitos à Tia Patuleia, as Cavacas de Moncorvo. Depois há as alheiras, o salpicão, o presunto, o chouriço de carne, as bolas de carne, os folares doce e de carne, o chouriço de mel, as tabafeias. A acompanhar todas estas especialidades, há azeitonas, queijos secos, figos secos, miolo de amêndoa, nozes, bêberas e, claro está, um vinho açucarado, generoso, tipo Vinho do Porto, ou a geropiga, e ainda como digestivo uma belíssima aguardente ou um licor caseiro.

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ROTEIRO CONCELHO


ACEITAMOS PARCERIAS - SE TEM EQUIPAMENTO(S) HOTELEIRO E OUTRAS INFORMAÇÕES DE ROTEIRO E PRETENDE A DIVULGAÇÃO NAS NOSSAS PÁGINAS - CONTACTE WEBMASTER

FESTAS E ROMARIAS


Festas, Açoreira [ Santa Marinha 2 ª feira de Pascoela] Adeganha [Sr.ª do Castelo no último fim-de-semana de Agosto] Cabeça Boa [S. Brás, em Fevereiro] Cardanha [S. Sebastião, 1.° fim-de-semana de Agosto] Carviçais [S. Sebastião, 1.° Domingo de Agosto] Castedo [dia de S. Miguel] Felgar [N.ª Sr.ª do Amparo, 3 ° fim-de-semana de Agosto] Felgueiras [Santa Eufémia, 1.° fim de semana de Setembro] Foz do Sabor [N.' Sr.a da Guia, 11 e 12 de Agosto] Horta da Vilariça [S. Sebastião, 1.° fim-de-semana de Agosto] Larinho [Santa Luzia, último fim-de-semana de Agosto] Lousa [N.ª Sr.ª dos Remédios, 3.° fim-de-semana de Agosto] Maçores [S. Martinho, 11 de Novembro] Mós [Santa Bárbara, último fim-de-semana de Agosto] Peredo dos Castelhanos [N.ª Sr.ª da Assunção, 14 e 15 de Agosto]Souto da Velha [Santo Ildefonso, 1.° fim-de-semana de Agosto] Torre de Moncorvo [.ª Sr.ª da Assunção, 12 a 15 de Agosto] Urros [Santo Apolinário, último fim-de-semana de Setembro]
Em Julho o Festival Rock de Carviçais e a Santa Bárbara em Lousa. Festa de Santa Eufémia em Felgueiras no 1.° fim-de-semana de Setembro. O S. Martinho de Maçores onde "Baco" é rei e senhor e a castanha ajuda àdiversão, a 11 e 12 de Novembro.


FEIRAS


Feiras de Moncorvo são a 8 e 23 de cada mês,no caso de serem datas coincidentes com Feriados, Sábados e Domingos deve ligar para a Câmara Municipal de Torre de Moncorvo [consulte Site nesta Página].
Feiras Anuais com ricas tradições, dia 10 de Maio a Feira da Cereja, a 23 de Agosto a de Verão, e a 23 de Dezembro a do Natal.
Feira de Artesanato no mês de Fevereiro quando as amendoeiras em flor renovam o ciclo vegetativo da vida e anunciam a primavera.
Feira do Livro nos primeiros dias de Junho.


TURISMO


Actualmente o Turismo é uma actividade em que as estruturas locais têm apostado, como factor para sustentar as outras actividades tradicionais e reanimar a cultura e produção de produtos genuínos, Moncorvo tem poucas estruturas hoteleiras mas as poucas servem a região, tem Piscina Municipal, Biblioteca, Praia Fluvial na Foz do Sabor, as matas do Reboredo, colocando à disposição dos visitantes um percurso pela história medieval e nobre da Vila que foi sede de uma das maiores Comarcas do Norte, não esquecendo a riqueza ambiental, natural, patrimonial, gastronómica das suas aldeias, as Amendoeiras em Flor nos meses de Fevereiro e Março de cada ano, a Caça e a Pesca.

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LOCAIS A VISITAR


FOTOGRAFIA ZONA HISTÓRICA - VILA ANTIGA DE MÓS - CASTELO - PELOURINHO - IGREJA - PRAÇA - FONTE ROMÂNICA



LOCAIS A VISITAR:-
Igreja matriz, capelas de St. Bárbara, de N. Sra. de Fátima, de St. António, de Santo Cristo, do Menino Jesus e de Frei Nuno de St. Maria, cruzeiros, muralhas do Castelo de Mós, pelourinho, fonte de provável origem castreja, calçada romana, ponte romana, Tribunal(Antiga Escola Primária e Hoje Sede da Junta de Freguesia), cadeia, antiga fábrica do Ferro (Chapa Cunha), Moinhos na Ribeira de Mós, Minas do Ferronho, entre outros locais.


FESTIVIDADES:-
Padroeira St. Bárbara (ultimo domingo de Agosto), N. Sra. de Fátima (Maio) e St. António (Junho).

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FREGUESIA DE MÓS - ANTIGA VILA MEDIEVAL

Todo o conteúdo deste Blog/Site é informativo tem como principal objectivo dar a conhecer a freguesia de Mós "ANTIGA VILA MEDIEVAL" - Concelho de Torre de Moncorvo, não se pretende concorrência com outras páginas, regionais e locais, nem se pretende qualquer divisão, não são aceites artigos e assuntos relacionados com política nem publicidade comercial. Todas as fotografias são dos autores devidamente identificados agradeço que não efectuem cópias nem que sejam utilizadas sem autorização dos mesmos, informa-se que o identificador de IP e de rede local se encontra activado, podendo ser fácil de identificar o autor da cópia.
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