Comissão de Festas de Mós:- Informa
"COMISSÃO DE FESTAS DE MÓS - INFORMA " o vencedor do sorteio do Presunto desta Semana, é o Sr. José Sampaio, mais conhecido por Zé Suiço, actualmente a residir na Suiça portador do número 18.

Comissão de Festas de Mós:- Informa
"COMISSÃO DE FESTAS DE MÓS " anuncia o vencedor do sorteio do Presunto desta Semana. Como tal, tenho o prazer de vos comunicar que quem vai levar esta semana o Presunto para casa é o Sr. Vitor Barbosa, residente em Mos portador do número 11.
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Informação - Comissão de Festas de Mós
Comissão de Festas de Mós informa:- O feliz contemplado no Sorteio do Presunto da semana Passada foi a Sr.ª Fátima Pombal, com o número 47, e esta semana foi o Sr. Vicente, novamente com o número 15
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Minas de Moncorvo: projeto avança sem Rio Tinto
O Governo vai avançar na mesma com o projeto de extração de ferro nas minas de Moncorvo, apesar de os australianos da Rio Tinto terem desistido de as explorar. «O projeto das minas de Moncorvo avança, mas muito provavelmente sem a Rio Tinto», disse esta quarta-feira à agência Reuters fonte próxima do processo. «A Rio Tinto está a optar por desinvestir em alguns projetos de menor dimensão e o de Moncorvo deverá ser um deles, apesar das negociações não estarem ainda formalmente encerradas». Interessados não faltam Uma outra fonte garantiu ainda que «o potencial mineiro continua lá e há vários outros interessados». E concretizou um pouco: «Estamos a falar de grandes empresas mineiras do Brasil, China, Canadá e Coreia». E as negociações com essas empresas não deverão arrastar-se no tempo, uma vez que «os trabalhos não vão começar do zero. Há todo um trabalho base já feito». Fica ainda a certeza, segundo essa fonte, de que «há uma grande evolução entre o que era a concessão da MTI e uma nova concessão. Os novos contratos estão a par do que se faz internacionalmente e garantem melhor os interesses do país». O deputado do PS Basílio Horta, que esteve à frente da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP) durante a legislatura anterior, diz que a desistência dos australianos nas minas é prova da «ineficácia» e da «incompetência» do Governo.
INFORMAÇÕES:http://www.tvi24.iol.pt/aa---videos---economia/minas-ferro-moncorvo-governo-rio-tinto-exploracao/1360927-5797.html http://www.agenciafinanceira.iol.pt/economia/minas-ferro-moncorvo-governo-rio-tinto-exploracao/1360927-1730.html http://www.mti-geo.com/ Read more...
Informações - Caça - ZCM
Timidez
Num tímido regresso, aproveito para pedir humildes desculpas pela minha ausência, forçada por motivos exteriores. Desse vácuo de tempo surgiram férteis decisões, como a de jamais tentar compreender a política regional, onde os verdadeiros interesses da plebe, vulgo povo, são constantemente relegados.
Adiante nos pensamentos, regresso, mas na condição de não voltar a servir de peão num sistema que me repugna, aliás a política por si só não me desperta interesse. Interessam-me sim os Moseiros, interessa-me a divulgação e promoção de Mós.
Sou como sou, eterno apaixonado pela aldeia que me viu crescer, aquele amor incondicional, eterno e imortal. Independente de partidos e politiquices, sentimentos estúpidos que apenas nos diminuem.
Espero que daqui em diante, os Moseiros se unam num objectivo comum, a união e fraternidade. Somos o que somos, Moseiros, nada mais, não somos de esquerda nem de direita, não envergamos cores nem ideais, mas sim o nominativo comum "MÓS".
Somos o que somos,
Moseiros.
Rota de Santa Bárbara - Museu do Ferro 4 de Dezembro 15:00h - Torre de Moncorvo
BREVE HISTÓRIA SOBRE O G.D.C.R. MÓS
O Grupo Desportivo Cultural e Recreativo de Mós, foi constituído em Março de 1983. O seu objectivo foi a divulgação da cultura de Mós e a prática de desporto. Foi construído um campo de futebol em terra batida que ainda serviu para alguns jogos, nomeadamente nas festas da aldeia em que se juntavam muitas pessoas e conseguia-se organizar duas equipas. Foi um espaço de convívio para os associados onde jogavam cartas, damas e dominó. Teve uma equipa organizada de futebol de cinco, tendo obtido o 1º lugar nos jogos concelhios de 1985. A sede do G.D.C.R.Mós
funcionava nas instalações da Junta de Freguesia local, cedidas gratuitamente.Em 1987, o G.D.C.R.Mós deixou de ter actividade, e as instalações serviram vários anos para a Comissão de Festas da mesma localidade. Notava-se um vazio entre os habitantes de Mós. Não tinham um lugar para convívio e passavam o seu tempo entre as suas habitações e a Praça da freguesia onde permaneciam poucas horas, principalmente pelo frio de inverno. Todos os anos, principalmente nas festas da freguesia, havia a promessa de alguns em voltar a activar o clube da terra. Passavam as festas e a esperança ia morrendo até às próximas festividades. A coragem permanecia apenas três dias e evaporava-se durante os próximos 362. Quase todas as freguesias dispõem de uma associação local e Mós, pela sua história, também teria o mesmo direito.
Então, em 2009, um grupo de 12 pessoas, distribuída pelos três Órgãos dos Corpos Sociais, meteu mãos à obra, decidiu adquirir o imóvel para futura sede, efectuar grandes obras de remodelação e beneficiação e ainda mobilar de novo o espaço que, este sim, é propriedade de todos os sócios. Tratou-se de grande coragem deste grupo de pessoas, uma vez que partimos do ZERO, solicitamos ainda algumas ajudas a Entidades que teriam obrigação de participar neste projecto, mas. no final. as ajudas resumiram-se a diversos donativos de particulares e às quotas dos actuais sócios. Já somos 180 associados e todo o investimento está praticamente solucionado.
No campo do desporto, criamos um núcleo de Xadrez, temos 12 jogadores filiados na Associação de Xadrez de Bragança e somos uma das três equipas a participar oficialmente em todo o distrito de Bragança. No primeiro ano, participamos em dois torneios oficiais, nomeadamente o OPEN INTERNACIONAL DE CHAVES, onde o nosso jogador melhor classificado obteve brilhantemente o 15º lugar, entre 40 participantes. No mês corrente, tivemos o orgulho de organizar o 5º CAMPEONATO DE TRÁS-OS-MONTES, onde a nossa melhor classificação foi o 8º e 9º lugar, entre 28 participantes. Além do Xadrez, as actividades desportivas estendem-se à SUECA, CHINCALHÃO, DAMAS e DOMINÓ.
Esperamos efectuar alguns trabalhos acerca de história e cultura desta nossa freguesia. Aceitamos ideias dos associados e esperamos que estes, cada vez mais, se sintam em sua casa.
O G.D.C.R.Mós recebe qualquer pessoa, residente na aldeia ou visitante que goste de conhecer as nossas terras e as nossas gentes porque estas, também gostam de vos receber.
A Direcção do G.D.C.R.Mós agradece a todos que estiveram envolvidos neste projecto e certamente que vamos continuar.
O Presidente da Direcção
Belarmino Deus
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A DESPEDIDA
Não é impunemente que nos vimos, embora muitas vezes esporadicamente, o poder de uma comunidade fechada, peculiarmente aberta ao mundo de forma que em cada momento só nos vissem por uma janela estreita e devidamente seleccionada. Isto é, sempre estivemos abertos ao mundo, abraçamos um projecto a divulgação, mas por outras janelas somos agora vistos quase só por uma janela que ninguém abriu.
Marcou mesmo a nossa identidade e até quebrou uma certa resistência à uniformidade. O bem geral é sempre um refúgio que serve aos políticos para se justificarem. Não há no entanto progresso sem ideias pessoais, a não ser que queiramos que elas se desenvolvam apenas lá fora e aqui todos tenhamos que aceitar o unanimismo.
A nossa relação com o poder local nem sempre é fácil.
Não há nada de acintoso nas críticas políticas que se lhe possam fazer. Se há algo de pessoal tem a ver com o gosto de cada um, por mais aceites que sejam as políticas da terra, não podem exigir que todos gostem do que eles gostam. Assim na nossa relação com o poder local enquanto poder, não tivemos nunca momentos de euforia e de asfixia, na aproximação e evidente o distanciamento.
Cada um sabe dos seus sentimentos pessoais mas eu sou amigo do mundo rural. Esquecendo a desgraçada vida dos antigos lavradores, agradava-me o antigo equilíbrio aqui existente.
Não chega fazer da defesa dos despojos uma teoria, o ruralismo. Até porque a nossa identidade já não é rural, embora tenha algo de rústico. Já só estamos plantados no ambiente rural.A capa de defensor do mundo rural não pode corresponder ao conteúdo dos dias de hoje.
Permita-se-me um conselho: Será que a gestão autárquica lhes fecha os horizontes, não estão preparados para verem além do seu quintal, da sua paróquia. Andará por aqui provincianismo, parolice, que pecado é este? Tem a ambição de exercer um cargo com uma influência mais vasta, será que seguiria estes exemplos se a oportunidade lhe surgir? Esperemos que não. Um abraço amigo! Até sempre!
Desejo uma continuidade aos restantes colaboradores, tive que abraçar um outro projecto, aos que ficam não desanimem, voltarei quem sabe...
Um Até Já
Como tal. fiel que sou aos meus ideais, tendo sido eu acusado de atitudes completamente opostas aos meus pensamentos, não me considero capaz de continuar (pelo menos para já) neste projecto. Espero contudo que os demais colaboradores continuem o EXCELENTE trabalho, verdade seja dita, este espaço é necessário e vital para MÓS. Continuem, irei seguir o mesmo energicamente. Este é UM ESPAÇO VITAL E QUE MERECE SER PRESERVADO.
Até já,
Marco Deus
Mós - Vila Antiga Medieval 6 de Novembro pelas 15:00h - Arqueologia/Património/História
Liberdade de Expressão
A liberdade de muitas pessoas, seja a liberdade económica, de expressão, de direitos, de etnia, de opinião e até mesmo da igualdade entre homens e mulheres é a independência partidária.
A liberdade é relativa e pode ser vista de várias maneiras, seja ela positiva ou negativa, a liberdade é fundamental para o crescimento do ser humano, de um país, localidade e região.
Acredito que as pessoas poderiam utilizar o fato histórico para proclamar com mais frequência a sua independência, principalmente no que se refere à corrupção, a falta de dignidade e de lealdade.
Se cada Moseiro empunhasse a sua espada colocando um basta nisto tudo, pensem e dêem a vossa opinião, devemos saber estar tanto na vida como na política.
Quando escrevemos, tentamos reflectir o máximo de nós, a escrita cria um elo de ligação entre as pessoas, nunca podemos ser réus de ligações partidárias nunca o fomos nem nunca o seremos, defendemos a liberdade de expressão.
































