«Plantai árvores»
Houve um tempo em que em Mós
havia sombras de vetustas árvores que entretanto
ou secaram ou foram deitadas abaixo.
À beira do caminho se situavam,
logo ao chegar,
no apeadeiro do comboio ou no entroncamento
das estradas se vislumbravam claramente.
Também ao «pinhal do pacheco» no caminho
havia um enorme castanheiro
mesmo à beira da estrada, agora nada, nem à sobreira grande.
Outras árvores se não criaram
ou devido às grandes estiagens
ou devido a desleixo ou desvalorização generalizada
por parte dos principais actores.
Todos nós e a cada momento que se ajeite
vamos este ano plantar árvores de sombra
com resguardo
à beira dos caminhos,
que tem chovido e a terra está em condições,
favorável como nunca esteve
de há décadas a esta parte.
(a Câmara e a Junta que forneçam a semente e indiquem em parte
o sítio, s. f. f.). No dia 19 ou no dia da entrada da primavera.









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